mostrar detalhes 18 abr (2 dias atrás) |
Não gostar do José Serra é um direito seu, e eu respeito muito. Também acho que houveram equívocos na última eleição, mas gostaria de lembrar que foram cometidos por todas as partes.
Fiz um elogio ao artigo, que independente de ideologias, ou de partidos políticos, foi bem escrito e argumentou de forma não obvia.
Agradeço à resposta remetida ao meu comentário.
Atenciosamente,
Diego Ferrante
Fiz um elogio ao artigo, que independente de ideologias, ou de partidos políticos, foi bem escrito e argumentou de forma não obvia.
Agradeço à resposta remetida ao meu comentário.
Atenciosamente,
Diego Ferrante
mostrar detalhes 16 abr (4 dias atrás) | o |
Se Serra tiver o mesmo desempenho verificado durante as últimas eleições (tentar acoplar-se à figura de Lula, aderir acintosamente ao Bolsa Família, sair por aí beijando Aécio, fingir-se gravemente atingido por singela bolinha de papel marchè, mandar espalhar que Dilma era a favor do aborto quando suas "pobrecita" esposa passou por desditoso acontecimento, etc), nem com muita reza sua coluna irá prosperar.
Reproduzo o que constou do blog Carta Maior:
Serra, enjaulado na lógica tucana
A coluna de estréia de José Serra no Estadão, esta semana, é a expressão bem escrita da ideologia esquizofrênica do tucanato, que combina vapores de saber acadêmico com o oportunismo intrínseco dos mercados. Serra tece elogios copiosos ao desempenho econômico da China para contrapor ao que considera a marcha batida do Brasil rumo à periferia do mundo. Alinha observações corretas sobre características econômicas dos dois lados, que não necessariamente confirmam sua premissa. Ao mesmo tempo, na primeira parte do texto, faz duros reparos ao poder estatal chinês, "fortemente repressivo quando necessário" e cujo " grau de discricionariedade da política econômica é altíssimo". O que também é verdade. O raciocínio político pré-concebido, porém, impede tucano de relacionar as duas partes do próprio artigo revelando uma clivagem lógica sugestiva do seu definhamento político. No final fica a impressão de que Serra quer para o Brasil um PIB chinês com legislação de paraíso fiscal. É tudo o que a FEBRABAN e a FIESP pedem ao Papai Noel há anos. Essa dificuldade de lidar com a História, com as forças da história, faz com que Serra seja descrito pelos próprios pares da Unicamp como um tecnocrata pretensioso, enjaulado numa cabeça política do tamanho de uma semente de mostarda.
Boa sorte é pra nós, viu?
MARC
Boa sorte
Que boa surpresa tive ontem ao ler que José Serra passará a escrever quinzenalmente no Espaço Aberto. Sem nenhum demérito aos outros articulistas, já não aguento ler "mais do mesmo". Com algumas exceções, o que vejo diariamente são opiniões óbvias sobre temas esgotados. Não foi o que aconteceu com o artigo Negócio da China. Parabéns ao Estado e boa sorte a José Serra. Que saiba usar bem esse espaço.
DIEGO FERRANTE diego.ferrante@usp.br São Paulo

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