O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) negou, em sessão plenária realizada na última terça-feira, o pedido feito pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para delimitar a gravação de conversa entre presos e advogados.
Para a OAB, a Justiça não pode restringir total ou parcialmente o sigilo da comunicação entre presos e advogados, ou seja, gravar as conversas.
Por se tratar de matéria nova, o assunto é controverso. Uma das justificativas do CNJ diz que a gravação da audiência visa, principalmente, a proteção pessoal dos advogados, pois, como já aconteceu, eles podem ser pressionados pelos presos a agir em desacordo com a sua ética profissional.
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