Dilma dá um “chega pra lá”
Por determinação da presidenta, o ministro da Fazenda, Guido mantega, deu ultimato aos presidentes do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, e da Previ, Ricardo Flores. Ambos andavam às turras, feito “crianças birrentas” ou como gente grande que briga por grandes interesses.
A desavença surgiu deve-se à divulgação de quebra do sigilo bancário de Allan Toledo, ex-vice-presidente do Banco do Brasil e de Liu Mara Zerey, sua mãe adotiva, acometida de doença grave. A Folha de São Paulo, sempre ela, noticiou que Allan Toledo recebeu depósitos supostamente atípicos. Apurado o caso, constou-se que tais depósitos, na verdade, referiam-se à venda de casa de dona Liu Mara. Suposição besta e que merecia checagem mais rigorosa da parte do jornal. Ver mais aqui
Racismo contra jogador de volei
O ótimo jogador de vôlei Wallace, da equipe do Cruzeiro foi vilipendiado por uma torcedora, criminosamente, que o chamou, repetidas vezes, de “macaco”. O fato se deu ontem (29) quando a equipe cruzeirense perdeu para a do Minas Tênis Clube por 3X2, pela Super Liga de Volei.
A torcedora provocadora do racismo, o execrou por diversas vezes sem que ninguém tomasse qualquer medida mais enérgica. Será que ela foi filmada no ato de sua tresloucada atitude? O canal televisivo SportTV transmitiu o jogo. Por acaso terá filmagens a respeito? O narrador abordou o fato. Sou testemunha ouvinte disso.
Não é a primeira vez que isso acontece lá nas Minas Gerais. Por ocasião do confronto do próprio Cruzeiro o "central" Michael, do time do Volei Futuro, foi ofendido com xingamentos homofóbicos durante a partida.
O time cruzeirense, na ocasião, foi multado em apenas R$ 50 mil uma vez que era considerado réu primário.
Lamentável. A identificação da referida torcedora deve ser perseguida. A ela deverá ser imposta pena pecuniária e a proibição de freqüentar arenas esportivas. São esses os “bichos” que deveriam permanecer “enjaulados”.
Empresa informa que não processará safra de laranja de este ano.
A Citrovita, umas das maiores indústrias de suco de laranja, sediada em Matão/SP, e que fez parceria com a Citrosuco começou a dispensar empregados; ela fala em 70 e o sindicato da área em 111.
Ela informa que a razão se deve “em função das previsões quanto ao tamanho da próxima safra”. O Sindicato diz que é reflexo da fusão. Ninguém tocou no assunto da barreira imposta nos EUA ao suco de laranja concentrado do Brasil.
O despacho de juiz de direito é uma graça.
Um advogado pleiteou indenização contra o Bradesco por ter esperado por 38 minutos para ser atendido. Lei estadual paranaense ( de nº 13.400/2001) estipula o tempo de 20 minutos para atendimento em agências bancárias em dias normais. Em véspera de feriado e após o tempo é estendido para 30 minutos.
O juiz Rosaldo Elias Pacagnan, do 1º Juizado Especial Cível da Comarca de Cascavel (PR) ao rejeitar o pedido recorreu à Bíblia ao citar Eclesiastes “Há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de colher o que se plantou". Na sentença, o magistrado emendou: "Há tempo de ficar na fila, conforme-se com isso".
Complementando, utilizou-se de histórias em quadrinhos ao referir-se a personagem de Maurício de Souza, ao sentenciar: “Ninguém vive numa redoma de vidro e está sujeito a pequenos dissabores. Aliás, o único sujeito que conheço que anda com redoma de vidro é o Astronauta; ele, sim, não pega fila, pois vive mais no espaço sideral do que na Terra’.
A exótica argumentação foi para rebater a queixa do advogado de que a “demora causou estresse, perda de tempo, angústia e até ausência para a realização de necessidades básicas”.
As filas, segundo o juiz, integram o cotidiano e são indesejáveis, porém, toleráveis. "Nem tudo pode ser na hora, pra já, imediatamente, tampouco em cinco ou dez minutos! Nem aqui, nem na China", escreveu.
O advogado patrono da causa vai recorrer a instância superior. Mais papelama, mas desperdício de tempo, dinheiro, blá-blá, blá ...
E se a Lei, no caso, não é respeitada e cumprida, revogue-se!
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