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sábado, 17 de março de 2012

Noticiário de 17-março-2012


Marinha encontra mancha de óleo de 1 km em área da Chevron
A Marinha identificou uma mancha de óleo de um quilômetro de extensão próxima ao campo de Frade, na bacia de Campos, operado pela petroleira americana Chevron.
O óleo foi identificado a 130 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, no local onde, na quarta-feira, a petroleira informou ter detectado novo vazamento, estimado pela empresa em cinco litros.
A mancha fica a três quilômetros de onde ocorreu o primeiro da empresa no país, em novembro passado. O óleo vaza em bolhas por uma fenda de 800 metros de extensão. Demais informações aqui
Executivos da Chevron são proibidos de deixar o país
Dezessete executivos das empresas Chevron e Transocean envolvidos no acidente ocorrido em novembro na bacia de Campos, no litoral do Rio, estão impedidos de sair do país sem autorização judicial.
Em novembro do ano passado, um erro de pressão durante a perfuração da Chevron no campo de Frade, na bacia de Campos, provocou o vazamento de pelo menos 2.400 barris de petróleo no mar. No início desse mês, a empresa detectou outro vazamento, a 3 km do primeiro acidente, e informou que recolheu 5 litros de petróleo.
O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) também afirmou que é provável que a segunda ocorrência seja consequência do primeiro acidente.
A Chevron informou na quinta-feira que "não há nenhum indício de que o segundo vazamento tenha relação com o primeiro". A empresa ainda não se pronunciou sobre a decisão contra seus executivos.
Os seguintes executivos foram impedidos de sair do país:
George Buck
Erick Dyson Emerson
Flávio Monteiro
João Francisco de Assis Neves Filho
Mark Thomas Lynch
Alexandre Castellini
Jason Warren Clendenen
Glen Gary Edwards
James Kevin Swain
Clifton Edward Menhennit
Jhonny Ray Hall
Guilherme Dantas Rocha Coelho
Michel Legrand
Gary Marcel Slaney
Ian James Nancarrow
Brian Mara
Patrícia Pradal
Demais informações aqui

Companhias alertam para caos em aeroportos de Londres nas Olimpíadas
Embarque do aeroporto de Heathrow, em Londres; empresas aéreas se preocupam com caos nas Olimpíadas
Os líderes das quatro maiores companhias aéreas britânicas alertaram o governo do Reino Unido sobre a possibilidade de caos nos aeroportos durante as Olimpíadas de 2012, que acontecerão em agosto na capital inglesa.
"Como a situação está atualmente, a indústria acredita que há um risco significativo de grandes atrasos e interrupções em todos os maiores aeroportos londrinos a menos que uma ação urgente seja tomada. O tempo está acabando para assegurar que as mudanças nos procedimentos e no treinamento acontecerão antes dos Jogos", informa a carta. Demais informações aqui

Ator George Clooney é preso ao protestar em Washington
Ator George Clooney é preso por desobediência civil após protestar em Washington
O ator e diretor americano George Clooney foi detido nesta sexta-feira por desobediência civil ao protestar em frente à embaixada do Sudão em Washington.
A rede de TV americana CNN mostrou imagens do ator sendo algemado ao ser preso, ao lado de seu pai. O ator explicou a grande número de câmeras de TV que exige que o governo do Sudão autorize à comunidade internacional o envio de ajuda à região "antes de que esta se converta na pior crise humanitária do mundo".  Demais informações aqui


Demóstenes, que nada temia, quer anular provas

Demóstenes, que nada temia, quer anular provas

17 de Março de 2012
247 – Senador Cachoeira. Este é o apelido que já circula nos meios políticos e diz respeito, obviamente, ao senador Demóstenes Torres (DEM-GO), ex-Catão da República, que foi desmascarado desde que a Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, captou 298 ligações entre o ex-moralista e o mafioso Carlinhos Cachoeira. A primeira reação de Demóstenes foi dizer que ele e Cachoeira são amigos e que não sabia que o bicheiro mais famoso do País se dedicava à contravenção. A segunda foi afirmar que tantas conversas tinham como pano de fundo a resolução de problemas amorosos – Cachoeira se casou com a ex-mulher de um amigo de Demóstenes. Em seguida, ele afirmou não ter nada a temer. Agora, depois da descoberta que os dois falavam por meio de rádios Nextel – aqueles da propaganda “este é o meu clube” – trazidos dos Estados Unidos, o senador Cachoeira, aliás, senador Demóstenes tem demonstrado mais preocupação. Por meio de seu advogado, o criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido em Brasília como Kakay, ele já trata de anular as provas.
Todo o material referente ao senador Demóstenes apreendido na Operação Monte Carlo foi enviado ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, para que ele avalie se deve ou não abrir sugerir a abertura de inquérito no Supremo Tribunal Federal contra o político goiano. De acordo com o advogado Kakay, se Gurgel denunciá-lo, entendendo haver indícios de crime, isso provaria que o senador teria sido gravado ilegalmente, sem aval prévio do STF. “Se o procurador-geral entender que as conversas têm de ser investigadas, vamos levantar a nulidade porque essas provas foram colhidas de maneira ilícita”, disse Kakay.
A Polícia Federal, no entanto, irá alegar que o alvo das interceptações era o bicheiro Carlinhos Cachoeira e que não poderia adivinhar que o contraventor fosse tão próximo do senador Demóstenes. No clube Nextel de Cachoeira, que era chamado de 14 + 1, havia 15 pessoas. Demóstenes era o “1”, o que talvez indique sua importância na organização. O senador é também sócio de uma faculdade privada em Contagem (MG), cuja estrutura societária é um mistério.
No Congresso, já há assinaturas suficientes para a instalação da CPI sobre as atividades de Carlinhos Cachoeira. Elas foram recolhidas pelo deputado Protógenes Queiroz (PC do B-SP) e Demóstenes Torres certamente será um protagonista da história, se ela vier mesmo a ser instalada.


                                                                                                    

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