FUROS
NA REDE DE MARINA?
O tratamento
dado por comentaristas da mídia tradicional à Marina Silva e à sua Rede mudou
da água para o vinho em muito pouco tempo.
Mesmo diante
da concessão de registros para partidos exóticos, pelo TSE, como o tal
“Solidariedade” e o PROS, sob suspeitas de fraudes nas assinaturas e na
documentação, o que se desenha é um consenso esclarecedor nas elites
brasileiras: a Rede da Marina pode cair na malha fina do TSE e se afundar no
mar dos interesses dessas mesmas elites neoliberais. Ler mais aqui
BRIZOLA,
O MARAGATO LIBERTÁRIO
No dia 21 de
junho de 2004, Leonel de Moura Brizola faleceu aos 82 anos. Governador do Rio
Grande do Sul e duas vezes do Rio de Janeiro, Brizola foi um dos políticos mais
emblemáticos e importantes do Brasil no século XX, e caso único de mandatário
eleito para governar em dois estados. Conhecido mundialmente, Brizola, além de
ser o responsável maior pela Cadeia da Legalidade que garantiu a posse do
presidente João Goulart, em 1961, impediu um golpe militar iminente, que foi
“adiado” para o dia 1º de abril de 1964, data considerada como o Dia da Mentira
ou do Mentiroso. Ler mais aqui
RESPOSTA
AO ATAQUE DA ECONOMIST AO BRASIL
Parece até
brincadeira, mas a menos que seja uma barriga gigante do UOL, a próxima capa da
Economist representará um ataque frontal ao Brasil. A mídia tupi, que sempre
escondeu os inúmeros elogios que o governo recebeu da mídia estrangeira, nos
últimos dez anos, agora poderá fazer o contrário. Jornal Nacional, Fantástico,
capas, a diatribe da revista britânica com certeza vai ganhar destaque em todos
os meios.
Então eu
voltei lá na Economist, para ver o que tinha mudado. E deparei com o artigo
principal da última edição, O Ocidente Enfraquecido, um ridículo, desorientado
e desonesto libelo em favor de mais intervenções militares norte-americanas no
Oriente Médio, a começar pela Síria. Ler mais aqui
AOS 45 ANOS,
VEJA ESQUECE A SUA HISTÓRIA
A Veja que
está nas bancas vem acompanhada de um calhamaço de mais de 290 páginas, sendo
que pelo menos 1/3 de propaganda, contando a história dela
mesma. Nós, a conhecemos desde a sua gestação. Isso significa
que estivemos presentes a partir dos chamados números zero da revista e a
acompanhamos durante quase oito anos.
Na época
ainda não tinha sido inventada a expressão “mídia golpista”, até porque
estávamos todos, da esquerda radical ao liberal mais
democrata, empenhados numa luta comum contra a ditadura. Ler mais aqui
Nenhum comentário:
Postar um comentário