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domingo, 6 de outubro de 2013

NOTÍCIAS SOBRE MARINA SILVA E A SUAS "REDE"

REDE SERÁ APROVADA, DIZ MARINA APÓS ENCONTRO COM A PRESIDENTE DO TSE
Após encontro no início da tarde desta terça-feira (1°) com a presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministra Cármen Lúcia, a ex-senadora Marina Silva se recusou novamente a falar em "plano B" e disse ter certeza de que a Rede Sustentabilidade será aprovada pela Justiça Eleitoral.


2014 SEM MARINA SILVA FARÁ 1º TURNO TER CARA DE 2º

Prognósticos convergem em apontar que TSE não concederá, nas próximas horas, registro ao Rede; ex-ministra Marina Silva jura de pés juntos que não tem plano B; assim, se ela não concorrer, e com José Serra tendo dito o 'fico' ao PSDB, quadro para 2014 mostra apenas dois candidatos bem estruturados pela oposição: o tucano Aécio Neves e o governador Eduardo Campos, do PSB; era tudo o que os estrategistas da presidente Dilma Rousseff queriam; com menos adversários, será mais fácil se defender de ataques e mostrar os pontos positivos de sua gestão; para melhorar, PT fará de tudo para convencer Campos a manter-se entre seus aliados; se der certo, na prática páreo de primeiro turno será o segundo turno antecipado.

MINISTÉRIO PÚBLICO DIZ QUE PARTIDO DE MARINA NÃO TEM CONDIÇÕES DE SER APROVADO
Devido à insuficiente comprovação de apoio popular, o Ministério Público Eleitoral recomendou nesta terça-feira (01) à Justiça que negue o pedido de registro do partido da ex-senadora Marina Silva, o que aumenta as dificuldades para que ela dispute o Palácio do Planalto pela Rede Sustentabilidade.


PERDEU, MARINA

TSE respondeu negativamente ao pedido de criação do Rede Sustentabilidade, partido de Marina Silva; a maioria dos ministros não se deixou levar pela pressão midiática criada pela ex-senadora e diz que sigla não passou por não ter cumprido exigências da Justiça Federal - a mais básica, a certificação de 492 mil assinaturas; apenas Gilmar Mendes votou favorável ao Rede, mas teve que levar lição da presidente Cármen Lúcia, que rebateu cada um dos argumentos utilizados por ele contra a Justiça Eleitoral; para continuar na disputa pela Presidência em 2014, a atual segunda colocada nas pesquisas de intenção de voto precisa correr para se filiar a outro partido – prazo acaba dia 5 de outubro; mas Marina ainda pretende levar batalha ao STF.

"MARINA NÃO TEVE CAPACIDADE DE MOBILIZAR"
Nesta sexta-feira, Marina Silva acordou de ressaca, após a derrota por 6 a 1 no Tribunal Superior Eleitoral, mas ganhou o apoio de alguns parlamentares. Jorge Viana (PT-AC) afirmou que a Rede deveria ter sido criada. Pedro Simon afirmou que aconteceram "coisas estranhas". Mas o presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi direto ao ponto: faltou competência.

FUNDADOR DA REDE DETONA AS FALHAS DE MARINA
Segundo o deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ), a ex-senadora "comete erros de avaliação estratégica", cultiva um processo decisório "caótico", "reage mal a críticas e opiniões fortes discordantes" e "não estabelece alianças estratégicas com seus pares"; parlamentar afirma ainda que reprovação no Tribunal Superior Eleitoral era previsível; "demos mole", diz ele; erros apontados por um colaborador próximo indicam que Marina na presidência da República talvez fosse um grande risco.
E diz mais: “Quanto à Rede, precisa ser vista de forma lúcida. Sua extrema diversidade ideológica faz dela um difícil partido para um dia governar. Funcionaria melhor como rede propriamente dita – o Brasil precisa de uma rede para a sustentabilidade, de fato--  mas, nesse particular,  querer ser partido atrapalha”.

“MARINA PENSOU QUE ESTAVA FUNDANDO UMA ONG”
Um membro do Greenpeace.

MARINA SILVA NÃO CRIOU SEU PARTIDO PORQUE PREFERIU FAZER UMA ONG
No Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as favas já estão contadas, e a sorte da Rede, selada. O partido ficará para depois. A decisão do TSE irá confirmar ao final que Marina tem, de fato, não um partido, e sim, ainda, uma ong. Agora, é hora do plano B. O iminente tropeço na criação da Rede mostra o quanto Marina Silva se divide entre dois mundos: o dos partidos e o das ongs. Um dos problemas no processo de constituição da Rede foi exatamente o de que sua organização se comportou, o tempo todo, mais como ong do que como partido. Por Antonio Lassance.


Tucano lamenta exclusão de Marina; petista diz que 'não muda em nada'

Políticos governistas e de oposição comentaram a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de negar registro ao Rede Sustentabilidade, partido da ex-senadora Marina Silva, segunda colocada nas pesquisas de intenção de voto para presidente. Com a decisão do TSE, o partido não poderá concorrer na eleição do ano que vem. Leia abaixo o que se disse no meio político sobre o resultado do julgamento.


TIJOLAÇO PERGUNTA: QUAL É O PARTIDO DE MARINA?

"Marina é uma negação: a negação da política, dos partidos, um messianismo sui generis, destes em que o papel do Messias é ser um nada, um ausente, um personagem cuja finalidade é tentar ser presidente para que outros não sejam", responde Fernando Brito.


CAMPOS FECHA COM MARINA, QUE SERÁ SUA VICE
Marina entra no PSB e formará, com o governador pernambucano Eduardo Campos, a "coligação democrática", uma espécie de terceira via, disposta a quebrar a polarização entre PT e PSDB; segundo Bazileu Margarido, coordenador da Rede, ex-senadora aceitou ser vice de Campos por reconhecer a sua candidatura; decisão deve arrastar também o PPS para a órbita do socialista.


Marina decepciona simpatizantes e perde se aceitar ser vice no PSB de Campos
A decisão da ex-senadora Marina Silva de se filiar ao PSB decepciona seus simpatizantes e prejudica suas pretensões políticas, avaliam especialistas consultados pelo iG . A decepção pode ser ainda maior se ela aceitar a proposta de ficar com a vaga de vice em uma chapa encabeçada por Eduardo Campos, presidente do partido e governador de Pernambuco, na disputa à Presidência em 2014. Ao se filiar ao PSB neste sábado, Marina descartou concorrer ao Planalto , disse que o partido já tem uma candidatura "posta" e declarou apoio a Campos, tratado como presidenciável no evento. A ex-senadora, no entanto, evitou falar sobre a vice.

MERVAL: MARINA PODE DAR DOR DE CABEÇA A CAMPOS
"O governador Eduardo Campos teve um ganho político grande com a jogada de mestre deste fim de semana, mas pode vir a ter, mais adiante, muitos problemas para administrar. A começar pelo relacionamento entre os militantes do PSB com os da Rede na organização do programa comum. Outro problema que pode surgir é a ex-senadora Marina continuar aparecendo nas pesquisas de opinião como potencial candidata, obtendo mais apoio do eleitorado do que ele", diz o colunista do Globo

CAMPOS: "DAQUI A 30 ANOS, ESSE DIA SERÁ LEMBRADO"
Neste sábado, Eduardo Campos, governador de Pernambuco, e Marina Silva, ex-senadora, celebraram sua aliança; "Eduardo Campos está com uma responsabilidade histórica diante de todos nós", disse Marina; "eu venho adensar uma candidatura que já está posta", prosseguiu, confirmando que desistiu de concorrer ao Palácio do Planalto para ser vice de Campos; governador pernambucano destacou acordo: "quem entendeu o que aconteceu nas manifestações de junho, não tem dificuldade em entender o que acontece aqui hoje".

REVOLTADO, CIRO GOMES DISPARA: "DOIS ZEROS"
Ainda “mordido de cobra”, como se diz no interior do Nordeste, o atual secretário de Saúde do Ceará, Ciro Gomes, disse que a união entre o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e a ex-senadora Marina Silva corresponde a “dois zeros”; Ciro, que juntamente com o irmão e governador do Ceará, Cid Gomes, abandonou o PSB para ingressar no recém-criado PROS, já havia dito em ocasiões anteriores que a candidatura de Campos era um “zero à esquerda”; "Eles não têm proposta para o Brasil. São dois zeros. Exceto a Dilma, quais dos pré-candidatos têm propostas? O que a Marina entende de economia?", disparou.


DILMA PERDE OU GANHA COM CANDIDATURAS DOIS EM UM?

Neste exato momento, a presidente Dilma poderia estar diante de um cenário com cinco candidatos ao Palácio do Planalto: ela própria, Aécio Neves, pelo PSDB, José Serra, pelo PPS, Eduardo Campos, pelo PSB, e Marina Silva, pela Rede; Aécio conseguiu segurar Serra no ninho tucano e Campos fisgou Marina; agora, sobram apenas três postulantes ao cargo; na última pesquisa Ibope, Dilma já vencia no primeiro turno; e agora?

MARINA FALA EM ACABAR COM "CHAVISMO" DO PT
"Eduardo, você está preparado para ser presidente do Brasil? Eu vou ser sua vice e estou indo para o PSB", disse a ex-senadora ao governador pernambucano; reunião decisiva terminou às 4h30 deste sábado; nela, Marina comunicou aos seguidores que seria vice de Eduardo Campos e que sua posição seria inegociável; ao dizer que o sonho de ser presidente seria adiado, afirmou que seu projeto seria acabar com a "hegemonia" e o "chavismo" do PT; pelo visto, é bem maior do que se imaginava o rancor de Marina em relação a Lula, Dilma e ao próprio PT.


DE VOLTA, NOBLAT BATE DURO EM MARINA SILVA
"Marina ainda é um segredo de Estado. Poucos conhecem algo além de sua imagem pública. Os que a  conhecem bem não contam como Marina é - conservadora, preconceituosa, centralizadora", diz o jornalista, que ainda se recupera de uma cirurgia cardíaca.  vide mais aqui

"COM MARINA, O PSB DEU UMA TACADA DE MESTRE"
"Passamos a ter o segundo candidato mais bem avaliado [Marina ocupa o segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto, atrás apenas de presidente Dilma Rousseff (PT)], o que facilita muito a penetração do Eduardo em estados e regiões onde ele ainda não conhecido, em especial no Rio de Janeiro, onde ela é fortíssima”, disse Roberto Amaral, vice do PSB; apesar da candidatura agora ser irreversível, Amaral disse que o PSB não irá fazer oposição ao governo Dilma: "Tudo fica como está atualmente", assegurou


REJEITADO, FREIRE DIZ QUE MARINA COMETEU EQUÍVOCO

Abandonado por José Serra e Marina Silva, Roberto Freire, presidente do PPS, afirma que não é possível enfrentar o governo Dilma com uma candidatura a menos no campo da oposição; ou seja: ele acredita que, agora, Dilma terá maior facilidade para vencer no primeiro turno; "eles poderiam se juntar mais à frente, não agora", disse ele; o presidente do PPS disse ainda que foi uma "vitória de Lula".

ACORDO ENTRE REDE E PSB UNE MARINA E CAIADO
Líder ruralista celebra adesão da Rede Sustentabilidade ao projeto de Eduardo Campos, minimiza brigas do passado com a ex-ministra de Lula e diz não ter o menor constrangimento em dividir o palanque com a ambientalista; Ronaldo Caiado é aliado do PSB em Goiás e defende adesão integral do DEM ao projeto socialista; "Somos pessoas que se respeitam. Marina prega ética e transparência, o que combina com minha biografia. Quem gosta de cizânia e satanizar produtores rurais é o atual governo", disse o deputado.

JOÃO SANTANA VÊ RIVAIS DE DILMA COMO "ANÕES"
Para o marqueteiro oficial do PT, João Santana, as eleições presidenciais de 2014 já estão decididas e a presidente Dilma será reeleita no primeiro turno; "A Dilma vai ganhar no primeiro turno, em 2014, porque ocorrerá uma antropofagia de anões. Eles vão se comer, lá embaixo, e ela, sobranceira, vai planar no Olimpo”, afirma; jornalista Josias de Souza, colunista do Uol, condena "soberba" de Santana, que já faturou R$ 95,6 milhões com as campanhas feitas para o PT.

"SANTANA VAI TER QUE ENGOLIR O QUE DISSE"
Segundo o líder do PSB na Câmara, Beto Albuquerque, o ingresso de Marina Silva no PSB deve ter caído como uma bomba sobre o marqueteiro do PT, João Santana, que chamou os adversários de Dilma de "anões";  “Agora, ele vai ter que engolir tudo o que falou. Este desrespeito, esta soberba, não tem mais espaço. O João Santana pode entender muito de marketing, mas não sabe de xadrez”, disse.

PARA FERRO, MARINA SILVA VIROU CARICATURA
"Com o discurso de acabar com o "chavismo" do PT, Marina vira caricatura tucana, e reforça sim o "lulismo" no povo brasileiro.!!!”; a postagem no Twitter do deputado federal Fernando Ferro (PT-PE) traduz como a nova realidade do quadro político nacional foi recebida internamente pelo PT; "Este discurso já foi usado por Serra e por outros tucanos. Eles esquecem que Lula não é Chávez”, afirmou.

CHAPA CAMPOS-MARINA É O PESADELO DE LULA
A aliança entre o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e a ex-senadora Marina Silva teria transformado o pior pesadelo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em realidade, diz o jornalista Kennedy Alencar em seu blog; para ele, ao se filiar ao PSB, Marina "teria deixado claro que o inimigo é o petismo”.

AÉCIO: CHAPA CAMPOS-MARINA FORTALECE OPOSIÇÃO
Para o senador mineiro e pré-candidato à presidência da República pelo PSDB em 2014, Aécio Neves, a filiação da ex-ministra Marina Silva ao PSB, do governador de Pernambuco e também pré-candidato Eduardo Campos “fortalece o campo oposicionista” contra a reeleição da presidente Dilma Rousseff; "O pior cenário para nós seria ela sem condições de participar do jogo eleitoral", disse

SINGER VÊ OPOSIÇÃO EM APUROS NO PAÍS
Para o jornalista, que foi porta-voz de Lula, Marina terá que explicar a todo momento sua própria ambição e, no PSDB, Aécio Neves será sabotado por José Serra; fora isso, há ainda a dificuldade em construir um discurso popular.

BORNHAUSEN: 'MARINA NO PSB FORTALECE A TERCEIRA VIA'
Secretário de Desenvolvimento Econômico de Santa Catarina, Paulo Bornhausen (PSB), de família representativa da centro-direita, comemorou filiação da ex-senadora ao PSB; para ele, é preciso apresentar uma "terceira via", que quebre a polarização entre PT e PSDB; "Haverá um debate nacional mais rico no qual os eleitores terão ao menos três alternativas", afirmou; vale lembrar que Paulo é filho de Jorge Bornhausen, um dos mais notórios conservadores do Brasil, que dizia querer "exterminar a raça" do PT; marineiros não veem apoio com bons olhos e afirmam que a família representa as velhas oligarquias do Estado.

DIRCEU: ALIANÇA CAMPOS-MARINA MUDA O JOGO
O ex-ministro da Casa Civil no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e um dos nomes mais influentes do PT, José Dirceu, foi taxativo ao afirmar em seu blog que todos os analistas políticos erraram nas previsões do quadro eleitoral das eleições presidenciais de 2014; "Todos erraram. Os jornalões não chegaram nem perto. A Veja torcia por José Serra. Até a Carta Capital errou, ao apostar na filiação ao PPS. Mas Marina Silva e Eduardo Campos (PSB) se aliaram, como prevíamos ontem no nosso blog. E mudaram todo o quadro eleitoral para 2014", postou.

"SANTANA VAI TER QUE ENGOLIR O QUE DISSE"

Segundo o líder do PSB na Câmara, Beto Albuquerque, o ingresso de Marina Silva no PSB deve ter caído como uma bomba sobre o marqueteiro do PT, João Santana, que chamou os adversários de Dilma de "anões";  “Agora, ele vai ter que engolir tudo o que falou. Este desrespeito, esta soberba, não tem mais espaço. O João Santana pode entender muito de marketing, mas não sabe de xadrez”, disse.

ALIADOS ADMITEM RISCO À REELEIÇÃO DE DILMA COM ALIANÇA CAMPOS-MARINA
"Eu acho que esse rebanho da Marina vai se dividir em três partes. Uma parte fica com ela, outra vai para o Aécio e outro tanto vai para a Dilma", disse o vice-presidente da Câmara, André Vargas; para o líder do governo no Senado, Eduardo Braga, é preciso esperar as primeiras pesquisas com esse cenário para que tudo fique mais claro; Braga e Vargas dizem que com três candidatos a possibilidade de vitória de Dilma no primeiro turno volta a existir, desde que os adversários não tenham êxito em suas estratégias; mas um segundo turno contra uma candidatura de terceira via é vista como um risco muito maior para Dilma.

COM MARINA, CAMPOS VAI À GUERRA NOS ESTADOS
Passada a surpresa provocada pela aliança entre ex-senadora Marina Silva e o governador de Pernambuco e presidenciável, Eduardo Campos, o PSB agora se prepara para ir ao campo de batalha das eleições estaduais; atualmente com cinco estados sob seu comando, a legenda avalia lançar candidatos próprios no Distrito Federal, com o senador Rodrigo Rollemberg, no Rio Grande do Sul, com o deputado Beto Albuquerque, além de ter novas opções em estados como Minas Gerais, com o agora socialista Alexandre Kalil; em São Paulo, o deputado Walter Feldman, bastante ligado a Marina, surge como uma opção própria para concorrer ao Palácio dos Bandeirantes.

PROBLEMAS PARA CAMPOS: MARINA JÁ CRITICA ALIANÇAS
A ex-senadora, que viu seu projeto principal, o Rede Sustentabilidade, naufragar, tenta transplantar ideais "sonháticos" para um partido pragmático, que já realizou diversas alianças com vistas a fortalecer os palanques regionais de Eduardo Campos; elas incluíram até nomes polêmicos como de Ronaldo Caiado e Paulo Bornhausen; Marina diz que “todo o processo anterior agora não terá mais a mesma continuidade, que agora tem um outro fato político"; ela terá força para conter acordos do PSB?


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