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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Valdemar da Costa Neto

Extraído do site Wikipédia

– Escolhido líder da bancada do extinto Partido Liberal ainda no seu primeiro mandato eletivo, Costa Neto foi onze vezes reeleito para o cargo. Depois deste largo período respondendo pela liderança, o parlamentar de São Paulo foi conduzido ao cargo de presidente nacional da legenda numa vacância ocasionada pelo falecimento do Deputado Alvaro Valle (RJ). Hoje, é Secretário Geral do PR.


– Foi liderança política da administração do Presidente Itamar Franco no Congresso Nacional.

Aliado eleitoral do Presidente Fernando Henrique Cardoso nas eleições de 1994, Valdemar Costa Neto e seu partido foram para oposição no final de 1995, primeiro ano do governo do PSDB.

– A partir do rompimento, Valdemar Costa Neto iniciou uma rotina de denúncias que tinham como foco irregularidades no Ministério das Comunicações, BNDES e SEBRAE. O conteúdo das denúncias de Costa Neto questionava procedimentos administrativos que favoreciam banqueiros, empresas aéreas e compradores de empresas públicas vendidas em leilões de privatização.

– As denúncias catalogadas em um dossiê, comprovavam prejuízos para os negócios públicos sobretudo no Ministério das Comunicações. Entre as denúncias, destacou-se o caso de contratos sem concorrência, firmados pela ECT (Empresa estatal de correios) para prestação de serviços de transporte postal aéreo. Neste caso, as acusações encontravam amparo no trabalho de fiscalização do Tribunal de Contas da União e nos pareceres técnicos e jurídicos da própria ECT.

As denúncias de Valdemar alcançaram o SEBRAE. Neste caso, detectaram irregularidade no emprego do dinheiro da instituição, então presidida pelo empresário Guilherme Afif Domingues. Além de produzir o afastamento do então presidente do SEBRAE, as denúncias levaram a Câmara dos Deputados a aprovar, por unanimidade, um projeto para a regulamentação da aplicação dos recursos repassados ao SEBRAE.

Nos anos de 1997 e 1998 o Deputado paulista denunciou a existência de negócios suspeitos no BNDES que, entre outras operações, concedeu ao Grupo do Banco Nacional – em vias de insolvência - um empréstimo de US$ 54,5 milhões, com juros subsidiados e prazo de 10 anos para pagar.

– Também partiram de Costa Neto as denúncias que estabeleceram ligação entre o então presidente do BNDES, Luiz Carlos Mendonça de Barros e os grupos que compravam estatais em leilões de privatização e tinham o valor pago devolvido por meio de empréstimos do BNDES.

Envolvido no escândalo do mensalão e alvo de diversas acusações, renunciou, em 2005, ao cargo de deputado federal para não ser cassado.

– Em seu depoimento à CPI, Valdemar fez diversas acusações de corrupção contra o governo e confessou ter recebido dinheiro de Delúbio para o PL. Ele alegou que o dinheiro seria para financiar a campanha do PT no segundo turno das eleições presidenciais - versão que seus inquiridores consideraram inverossímil.

Valdemar é o autor do processo que resultou na indicação para cassação do deputado Roberto Jefferson.

– Em 2009, teve seu nome citado nas investigações da Operação Castelo de Areia, que apura crimes envolvendo executivos do Grupo Camargo Correa que teriam dado dinheiro para facilitar a liberação de um terreno na capital paulista que interessava à construtora.

E tem muito mais. Ele alveja e é alvo de denúncias.

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