CNJ mira contracheques excepcionais de magistrados para pedir devoluções
Esta é a manchete do Estadão online. A coisa está “pegando feio” pelas bandas do Judiciário. Em Poder, instituição ou seja lá o que for, no bem-bão, sem fiscalização e controle, costuma acontecer besteiras e das grossas. E, o que o CNJ quer mais é saber, quais índices de correção foram aplicados pelos diversos Tribunais de Justiça e os períodos contados para calcular os contracheques concedidos a desembargadores e juízes. Certamente, irá encontrar “coisa cabeluda”. Demais informações aqui
DEM aceita ‘chapa pura’ com tucanos caso a candidatura de Serra seja lançada
O partido dos Democratas de SP declarou, que caso Serra seja o candidato oficial dos tucanos (ele ainda não se decidiu), abrirá mão de apresentar o vice, na chapa. Igualmente, o prefeito Kassab (PSD) afirma também não pleitear o honroso cargo. Assim como em 2006, ocasião que Serra disputou e venceu as eleições para governador, teve como vice o também tucano Alberto Goldman.
Para Serra isso é muito importante. Primeiro porque com ele esse negócio de partido é coisa supérflua e, segundo, vai que ele saia candidato em 2014 à presidência da República. Pelo menos, a prefeitura paulistana ficará em mãos de amigo mais chegado. Se ele se candidatar e ganhar, é lógico!
Para fazer média, Alckmin pediu aos pré-candidatos da pré-reunião, Matarazzo, Covinhas e Niba, que continuaem fazendo marola. Vai que dá uma esquisitice no Serra e ele não aceita a candidatura, né?
Achei muito gozado quanto ao DEM afirmar que não apresentará nome para vice-prefeito. E o partido tem ainda afiliados à altura em SP? Está é fraquinho de nomes!
Muito esquisita é a notícia que Serra encontrou-se, no domingo (19) com Andrea Matarazzo lá em Buenos Aires – Argentina, para conversas. A continuar assim, a reunião com os demais pré-candidatos poderá ser na Groelândia! Que fria! Demais informações aqui
Governo Dilma estuda aplicar Parcerias Público-Privadas em rodovias federais
Até o fim deste ano, o governo federal pretende finalizar estudos e concluir as primeiras licitações para que várias rodovias a seu cargo sejam geridas através do mecanismo das parcerias público-privadas (PPPs). A Lei é de 2004.
Com isso, a exemplo do que ocorre na Inglaterra, na Noruega, na França e até em Portugal, espera-se que os custos, como lá, diminuam entre 15 e 40%. O modelo em gestação prevê o levantamento da situação da malha rodoviária a ser licitada e do montante que deverá ser revertido para que ela se apresente em boas condições durante o prazo estipulado. Prazo este de 10 anos, podendo ser renovado se tudo correr bem. Na licitação prevalecerá o maior desconto sobre o valor apurado pelo Ministério dos Transportes.
Não deverá haver cobrança de pedágios. É que a maioria das estradas não tem o fluxo de tráfego suficiente e, consequentemente, não arrecada valores para cobrir as despesas inerentes.
Com a nova sistemática, pretende-se atribuir maior responsabilidade às empresas ganhadoras das licitações, reduzir os custos e melhoria na eficiência dos serviços, a vantagem de que o governo não pagará mais por serviço executado. A remuneração será pelo desempenho e a empresa terá que manter a rodovia sempre nas condições acordadas.


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