O procurador regional da República Nívio de Freitas Silva Filho, do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, pediu abertura de inquérito civil público para apurar possíveis irregularidades na operação com a JBS.
247 – A empreiteira Delta, de Fernando Cavendish, pena para virar a página do escândalo de Carlinhos Cachoeira. O procurador regional da República Nívio de Freitas Silva Filho, do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, decidiu pedir a abertura de inquérito civil público para apurar possíveis irregularidades na operação com a JBS, pelo fato de a holding contar com 31,4% do BNDES.
“Caso se concretize esse negócio, por força de sua participação acionária no grupo JBS, o BNDES, em evidente afronta aos princípios da legalidade e moralidade, irá inexoravelmente participar de empresa sobre a qual recaem notícias da prática de graves ilicitudes e que se sujeita a ser declarada inidônea para contratar com o poder público”, disse Silva Filho, ao Globo.
Segundo o procurador, é necessário garantir que os dirigentes da “Delta não fujam da responsabilidade patrimonial da empresa pelos eventuais danos causados, transferindo-os ao credor”, ou seja, a administração pública, e evitar que o BNDES continue a fazer empréstimos a uma empresa que “sujeita-se a ser declarada inidônea para contratar com o poder público”.
247 – A empreiteira Delta, de Fernando Cavendish, pena para virar a página do escândalo de Carlinhos Cachoeira. O procurador regional da República Nívio de Freitas Silva Filho, do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, decidiu pedir a abertura de inquérito civil público para apurar possíveis irregularidades na operação com a JBS, pelo fato de a holding contar com 31,4% do BNDES.
“Caso se concretize esse negócio, por força de sua participação acionária no grupo JBS, o BNDES, em evidente afronta aos princípios da legalidade e moralidade, irá inexoravelmente participar de empresa sobre a qual recaem notícias da prática de graves ilicitudes e que se sujeita a ser declarada inidônea para contratar com o poder público”, disse Silva Filho, ao Globo.
Segundo o procurador, é necessário garantir que os dirigentes da “Delta não fujam da responsabilidade patrimonial da empresa pelos eventuais danos causados, transferindo-os ao credor”, ou seja, a administração pública, e evitar que o BNDES continue a fazer empréstimos a uma empresa que “sujeita-se a ser declarada inidônea para contratar com o poder público”.
http://www.facebook.com/Brasil247 -11-maio-2012

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