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SEM DEM, PSDB E PPS APELAM A GURGEL PARA CAÇAR LULA
Viana diz que depoimento de Valério ao MP é 'armadilha'
1 DE NOVEMBRO DE 2012 ÀS 20:52
Oposição desfalcada na caça à raposa mais felpuda da política nacional; PSDB e PPS afirmam que na terça 6 entrarão com representação para procurador-geral abrir investigação sobre ex-presidente; direção é a apontada por supostas declarações de Marcos Valério à revista Veja e em depoimento à PGR; argumento para envolver Lula é o do 'domínio do fato'; seria uma espécie de Mensalão II; DEM de ACM Neto já avisou que não está nessa.
Sem o DEM, que já declinou do convite, PSDB e PPS, com os representativos deputados Duarte Nogueira e Roberto Freire à frente, prometem entregar na terça-feira 6 uma representação ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel. Sob o argumento do "domínio do fato", que serviu para condenar o ex-ministro José Dirceu na Ação Penal 470, no STF, querem que Gurgel abra formalmente uma investigação contra Lula. Leia íntegra do artigo aqui
Viana diz que depoimento de Valério ao MP é 'armadilha'
ROSA COSTA - Agência Estado - 01 de novembro de 2012 - 19h 01
Senadores da oposição e até da base aliada do governo avaliam que era esperada a citação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no depoimento do operador do mensalão, Marcos Valério, ao Ministério Público Federal. Já o senador Jorge Viana (PT-AC) chama de "intolerância" e "irresponsabilidade" o fato de Lula ser citado no processo do mensalão. Ele chama o depoimento de Valério de "armadilha" e diz que fazer comentários sobre o que ele teria dito "é levar adiante uma irresponsabilidade, é pura intolerância de quem não aceita Lula nem como ex-presidente". Viana voltou a pedir a Valério que conte tudo sobre o mensalão, "desde a sua origem com o PSDB e o DEM". Leia íntegra do artigo aqui
DEM e PSDB negam pedido para investigar Lula
DENISE MADUEÑO E EUGÊNIA LOPES - Agência Estado - 01 de novembro de 2012 - 18h 46
BRASÍLIA - O presidente do DEM, senador José Agripino (RN), e o líder do PSDB na Câmara, Bruno Araújo (PE), negaram a intenção dos dois partidos de recorrer ao Ministério Público pedindo abertura de investigação para apurar a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no esquema do mensalão. Mais cedo, o presidente do PPS, deputado Roberto Freire (SP), divulgou nota afirmando que os três partidos formalizariam o pedido na próxima terça-feira, com o protocolo da representação na Procuradoria-Geral da República. Leia íntegra do artigo aqui
Oposição pedirá investigação contra Lula
DENISE MADUEÑO - Agência Estado - 01 de novembro de 2012 - 16h 21
Os partidos de oposição - PPS, PSDB e DEM - anunciaram nesta quinta-feira, 1, que vão pedir a abertura de investigação para apurar a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no esquema do mensalão. Os presidentes dos três partidos, deputado Roberto Freire (PPS-SP), Alberto Goldman (PSDB) e o senador José Agripino Maia (DEM-RN) vão protocolar o requerimento na Procuradoria-Geral da União na próxima terça-feira, 6. Leia íntegra do artigo aqui
'Gurgel acha que Lula é bondoso', diz advogado de Roberto Jefferson
Ricardo Brito, da Agência Estado - 01 de novembro de 2012 - 17h 49
BRASÍLIA - O advogado Luiz Francisco Corrêa Barbosa, que defende o delator do mensalão, Roberto Jefferson, no processo em julgamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta quinta-feira, 1, que não acredita que o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, vá levar adiante uma investigação contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A edição desta quinta do jornal O Estado de S. Paulo revelou que o empresário Marcos Valério, apontado como operador do mensalão, prestou em setembro um depoimento à Procuradoria-Geral da República em que cita o ex-presidente. "Ele (Gurgel) não tem iniciativa ou interesse, o certo é que ele não vai em cima do Lula", disse o advogado. Leia íntegra do artigo aqui
Depoimento de Valério revela 'desespero', diz Jilmar Tatto
Bruno Lupion, de O Estado de S. Paulo - 01 de novembro de 2012 - 17h 24
O deputado federal e líder do PT na Câmara, Jilmar Tatto (PT-SP), minimizou, nesta quinta-feira, 1, o novo depoimento do empresário condenado como operador do mensalão, Marcos Valério Fernandes de Souza, que fez relatos ao Ministério Público Federal e afirmou que, se for incluído no programa de proteção à testemunha - o que o livraria da cadeia -, poderá dar mais detalhes das acusações. O depoimento, revelado pelo Estado, faz menção ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao ex-ministro Antonio Palocci e a outras remessas de recursos para o exterior além das incluídas no processo em julgamento no Supremo Tribunal Federal. Leia íntegra do artigo aqui
Valério cita Lula e Palocci em novo depoimento ao MPF sobre o mensalão
Ricardo Brito e Fausto Macedo, de O Estado de S.Paulo - 01 de novembro de 2012 - 2h 05
Empresário condenado como o operador do mensalão, Marcos Valério Fernandes de Souza prestou depoimento ao Ministério Público Federal no fim de setembro. Espontaneamente, marcou uma audiência com o procurador-geral da República, Roberto Gurgel. Fez relatos novos e afirmou que, se for incluído no programa de proteção à testemunha - o que o livraria da cadeia -, poderá dar mais detalhes das acusações.
Dias depois do novo depoimento, Valério formalizou o pedido para sua inclusão no programa de testemunhas enviando um fax ao Supremo Tribunal Federal. O depoimento é mantido sob sigilo. Segundo investigadores, há menção ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao ex-ministro Antonio Palocci e a outras remessas de recursos para o exterior além da julgada pelo Supremo no mensalão - o tribunal analisou o caso do dinheiro enviado a Duda Mendonça em Miami e acabou absolvendo o publicitário.
inda no recente depoimento à Procuradoria, Valério disse já ter sido ameaçado de morte e falou sobre um assunto com o qual parecia não ter intimidade: o assassinato em 2002 do então prefeito de Santo André, Celso Daniel.
Ressalvas. Os detalhes do depoimento, assinado por Valério e pelo criminalista Marcelo Leonardo, seu advogado, são tratados com reserva pelo Ministério Público. O empresário sempre foi visto por procuradores da República como um "jogador". Anteriormente, chegou a propor um acordo de delação perante o ex-procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza - autor da denúncia contra o mensalão -, mas, sem apresentar novidades, o pedido foi recusado. Leia íntegra do artigo aqui
TERÁ SIDO GURGEL O "ENTREVISTADO" DE VEJA?
247 - Numa das reportagens mais polêmicas de sua história, Veja publicou, com data de 19 de setembro, uma suposta entrevista com o empresário Marcos Valério. Ela continha acusações graves como: (1) o ex-presidente Lula era o chefe do mensalão; (2) o caixa do PT em 2002 foi de R$ 350 milhões; (3) Valério vinha sendo ameaçado de morte e (4) Lula só não teria sido pego porque Valério, Delúbio Soares e José Dirceu decidiram protegê-lo.
Todas essas acusações foram publicadas entre aspas e vendidas ao leitor como uma entrevista em on, com gravador ligado, de Marcos Valério a Veja. Lá dentro, no miolo da matéria, informava-se que as declarações haviam sido ditas por Valério a terceiros, a interlocutores próximos.
Agora, graças ao trabalho dos jornalistas Felipe Recondo e Fausto Macedo, do Estado de S. Paulo, sabe-se também que, em setembro, Valério prestou um depoimento secreto ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel. Neste depoimento, ele teria citado os nomes de Lula, do ex-ministro Antonio Palocci e também de Celso Daniel, o prefeito assassinado de Santo André. No mesmo relato, Valério também afirmou que corria o risco de ser assassinado -- o que foi reproduzido por Veja em sua reportagem de 19 de setembro.
Como, então, justificar uma reportagem tão agressiva, sem provas concretas? Talvez esteja aí a pista. Por que não imaginar que o próprio Gurgel possa ter sido o "interlocutor próximo" de Marcos Valério, ouvido pela revista Veja? Leia íntegra do artigo aqui
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