O COVEIRO DE LUIZ CARLOS PRESTES E DO PCB
Roberto Freire, por determinação de José Serra, transferiu seu domicílio eleitoral para São Paulo e foi eleito deputado federal sabe-se lá por quais meios.
Fato estranho e nebuloso é que Freire foi acusado de ter recebido propina proveniente do esquema de corrupção denominado como “Mensalão do DEM” devido citação, em gravação, feita por Nerci Bussama dele ter recebido a tal propina; posteriormente, ela desmentiu dizendo ter inventado a história.
É autor de uma homérica gafe quando protestou veementemente, via Twuitter, a respeito de notícia falsa em que se mencionava ter Dilma pedido ao Banco Central a inserção - nas cédulas de dinheiro - a frase “Lula seja louvado”.
O nosso verborrágico Freire é um dos comensais dos cofres paulistas. Recebe a bagatela de R$ 12 mil mensais para participar de uma reunião a cada mês da estatal paulista SPTuris. Algo que as figurinhas Soninha Francine e Raul Jugmann recebem igualmente da Sabesp e CET.
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TOQUE DE RECOLHER NOTURNO DOMINA SÃO PAULO
247 – O chamado toque de recolher já está em vigor, na prática, em muitos bairros paulistanos. E não apenas na periferia da maior cidade do País. Também nas regiões consideradas mais nobres o medo campeia. O trânsito caiu abruptamente após o rush da volta ao trabalho, a circulação de pessoas a pé se reduziu abruptamente, os sem-teto se aglomeram nos abrigos públicos, os bares e restaurantes perderam movimento presencial, ampliando as vendas pela sistema delivery.
Este ano, até esta terça 6, as estatísticas de homicídios sobre o mesmo período do ano passado já haviam triplicado, chegando a perto de 300 pessoas mortas a tiros na Grande São Paulo. O número de PMs mortos em combate ou em horários de folga mais que dobrou, saltando de 56 em todo o ano passado para 91 entre janeiro e agora. Contam-se nada menos que 30 ônibus incendiados na região metropolitana desde o início do ano. Assaltos e estupros aumentaram também. Leia mais aqui
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DINHEIRO DO SESI E SENAI VÃO PARA O BOLSO DE DUDA
247 - Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias de São Paulo, tem uma obsessão. Quer porque quer governar o estado mais rico da Federação. Já tentou uma vez, teve pouquíssimos votos, e quer tentar novamente. Mas viu as portas do PMDB se fecharem, agora que o principal nome da legenda em São Paulo é Gabriel Chalita. Apesar disso, ele se mantém firme no propósito e poderá agora colocar a máquina econômica da Fiesp a serviço do seu projeto político pessoal. Segundo informa o colunista Fernando Rodrigues, ele acaba de contratar, por R$ 16 milhões, o publicitário Duda Mendonça, que irá fazer campanhas do Sesi e do Senai. Campanhas que, provavelmente, servirão para lustrar a imagem do pré-candidato. Leia mais aqui
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JUÍZES CRUZAM OS BRAÇOS POR VALORIZAÇÃO DA CARREIRA
Paula Laboissière - Repórter da Agência Brasil
Brasília – Magistrados da Justiça Federal e da Justiça do Trabalho paralisam as atividades por dois dias, a partir de amanhã (7), para protestar contra a desvalorização das carreiras. A orientação das categorias é que os juízes compareçam aos fóruns, mas que não haja atendimento. Casos considerados de urgência, como audiências que envolvem réus privados de liberdade, serão analisados. Leia mais aqui
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DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS

DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS
Revelação bombástica foi feita pelo advogado Marcelo Leonardo (esq.), que defende Marcos Valério, ao jornalista Luis Nassif. Em carta, Leonardo disse que Valério entregou os nomes de vários parlamentares tucanos que receberam recursos desviados de estatais mineiras no governo de Eduardo Azeredo. No entanto, nenhum foi denunciado porque o procurador-geral à época, Antonio Fernando de Souza (dir.), considerou que houve apenas caixa dois, um crime prescrito. No caso do PT, ele denunciou 40 e viu compra de votos. Leia mais aqui
Políticos foram poupados no mensalão mineiro, diz defesa.
Na etapa derradeira do julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal, que abrange a fixação das penas aos 25 réus, e sob clima de forte tensão provocado pelo depoimento secreto de Marcos Valério Fernandes de Souza, seu advogado, o criminalista Marcelo Leonardo, acusou na terça-feira, 6, o ex-procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza de tratar "de forma diversa" dois fatos que teriam, em sua visão, a mesma origem e finalidade: o mensalão mineiro, que envolve tucanos, e o federal, que envolve petistas.
"No caso (do mensalão mineiro) ele (Antonio Fernando) não ofereceu denúncia contra os deputados que receberam valores por entender que participaram de caixa 2 eleitoral e o crime já estava prescrito", disse Leonardo. "O procurador entendeu de maneira diversa a ação penal 470 (mensalão do governo Lula)." Leia mais aqui
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