VETERANOS
DE GUERRA E SEUS PROBLEMAS
De acordo com a mídia norte-americana, o SEAL (fuzileiro da Marinha dos EUA) que durante uma operação especial matou o líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden, não recebe pensão, não goza de assistência médica, enfrenta problemas financeiros e neurológicos. Este é só um dos numerosos exemplos em que - não só os EUA - mas vários outros países que não dão a devida assistência àqueles, que defenderam interesses múltiplos inclusive os da "pátria".
A captura
de Osama bin Laden foi uma questão de reputação para os EUA. Contra este
pano de fundo, a recusa de Washington de pagar uma recompensa de 25 milhões de
dólares prometida pela morte do terrorista aparenta especialmente desafiante.
Esse dinheiro, o mais provável, ninguém receberá – nem o próprio
liquidador, nem outros membros de sua equipe, nem especialistas em matéria de
inteligência que rastrearam o esconderijo do terrorista.
O soldado, após sua reforma, pode ficar sujeito a várias situações entre elas: não ter dinheiro, não ter família, não ter
saúde. Se generalizarmos, não há futuro como tal.
Nos EUA, o
exército é profissional, e a reforma é sempre um ponto de viragem no destino de
todo militar. A profissão deles é a guerra, e é extremamente difícil vencer a
si próprio, começar uma vida nova, mesmo quando o Estado apoia. Portanto,
o resultado é que muitos veteranos não conseguem enquadrar-se à vida pacífica.
Provavelmente,
a razão da situação tão trágica dos veteranos consiste no pragmatismo
tradicional norte-americano. O país das oportunidades iguais esquece aqueles
que já perderam essas oportunidades. Saiba mais aqui
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