Brasil registra avanços no combate à fome
Pelos dados do relatório, o Brasil conseguiu reduzir de 14,9%, no período de 1990 a 1992, para 6,9%, nos anos de 2010 a 2012, o percentual de subnutridos. No país, cerca de 13 milhões de pessoas passam fome ou sofrem com desnutrição. Os programas sociais desenvolvidos pelo governo brasileiro em parceria com os governos estaduais e municipais, além da iniciativa privada, foram elogiados no documento.
O Programa Bolsa Família é uma referência, segundo o relatório. Para os especialistas, o Bolsa Família é um instrumento positivo para promover a capacitação econômica das comunidades. Há elogios também ao sistema adotado pela prefeitura de Belo Horizonte (Minas Gerais) de combate à fome na periferia da cidade. Ler íntegra do artigo
RECEITA ANTICRISE DÁ CERTO E PRODUÇÃO INDUSTRIAL AVANÇA
247 – As nuvens negras sopradas pelo FMI estão chegando dissipadas – e atrasadas - ao Brasil. Apesar de o Fundo estar prevendo o risco "alarmante" de uma forte recessão mundial, com projeção sinistra para a economia brasileira, que seria a segunda do globo a sofrer o maior impacto este ano, a verdade de todos os indicadores é a de que o País já começou a ultrapassar a crise. E pelo setor mais representativo da força de qualquer economia: a indústria. Dados do IBGE divulgados nesta terça-feira 9 apontam para uma retomada de alta na produção industrial em nove entre 14 regiões pesquisadas. No Estado campeão da aceleração industrial, Goiás, a atividade fabril avançou 10,3% em setembro sobre agosto. Uma verdadeira disparada.
A reaceleração da indústria, que se verifica no momento seguinte ao da manutenção de forte atividade no setor terciário, de comércio, é um mais um gol da dupla de área Dilma Rousseff-Guido Mantega. Atuando em sintonia, a presidente da República deu a ordem, ainda em meados do ano passado, para o ministro da Fazenda e sua equipe dispararem uma série de medidas de incentivo à indústria, ao consumo interno e às exportações. Benefícios fiscais foram espalhados por diferentes setores, assim como foram feitas calibragens na política de incentivo à contratação de mão de obra. Com isso, todos os indicadores apontaram para um crescimento de até 4% no PIB para 2013, mas os dados apurados no terceiro trimestre deste ano, e confirmados agora, com maior acento, mostram que o País já cresce, neste último trimestre do ano, na toada prevista para o próximo período. A sinistrose do FMI ficou para trás. Ler íntegra do artigo
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