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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Terça-feira, 30/10/2012

VALÉRIO QUER FALAR. STF VAI OUVIR?

247 - É um pedido "hiperlacônico", segundo o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, mas pode causar estrago. O advogado Marcelo Leonardo, que defende Marcos Valério no julgamento da Ação Penal 470, encaminhou ao STF um pedido de delação premiada em setembro, solicitando que o operador do esquema do mensalão seja ouvido e relatando risco de morte.

Segundo Ayres Britto, quem vai avaliar o documento (que está em segredo de Justiça) é o relator do processo, Joaquim Barbosa, que viajou à Alemanha para passar por um tratamento de saúde no quadril. Ayres Britto disse ainda que o pedido não tem interferência no atual julgamento do mensalão.

"Chegou um fax que não posso dizer o conteúdo porque está sob sigilo, mas é hiperlacônico", disse o presidente do STF à Folha de S.Paulo. "Em minha opinião, a essa altura, não [tem interferência]", completou, desconversando sobre a possibilidade de Valério receber algum benefício a esta altura do processo, que já está na fase da dosimetria.  Leia íntegra do artigo aqui

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A GLOBO ESTÁ COM MEDO
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247 - Medo. Esta é a palavra que expressa o sentimento das Organizações Globo a respeito de uma eventual discussão sobre a democratização dos meios de comunicação no País. Na noite desta terça-feira, o Jornal Nacional, ancorado por William Bonner, exibiu ampla reportagem sobre a "repressão disfarçada de democracia", que estaria ocorrendo na Argentina.

Lá, o governo de Cristina Kirchner conseguiu aprovar uma "Ley de Medios", que democratiza os meios de comunicação no País, ao limitar o número máximo de concessões que pode ser detido por grupo econômico. No próximo dia 7 de dezembro, o grupo Clarín, o maior da Argentina, e equivalente à Globo no seu território, terá de se desfazer de parte de suas concessões.

Apresentada por Dellis Ortiz, a reportagem da Globo informa que essa "epidemia", que já teria contaminado Venezuela e Equador, pode se "alastrar pelo continente".

Em países desenvolvidos, como Estados Unidos e Reino Unido, há limites ao número máximo de concessões Leia íntegra do artigo aqui

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