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O VÍDEO SOBRE O MISTERIOSO ADIAMENTO DO MENSALÃO MINEIRO
Um mistério ronda o Supremo Tribunal Federal (STF).
Em maio do ano passado, o então presidente da corte, CARLOS AYRES BRITTO,
chegou a chamar o julgamento da ação cível, aquela que permite a recuperação de
recursos desviados, do MENSALÃO MINEIRO -— um esquema de desvio de dinheiro do
governo tucano de Minas Gerais em benefício da campanha eleitoral do hoje
deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e do atual senador Clésio Andrade (PR-MG),
que disputaram o governo estadual em 1998 — também conhecido como VALERIODUTO
TUCANO. Por algum motivo, que nem Ayres Britto nem os demais ministros sabem
explicar, o processo saiu da pauta. E não voltou mais. Esta foi a primeira
denúncia envolvendo o esquema de caixa dois do empresário Marcos Valério
Fernandes com políticos a chegar ao Supremo, ainda em 2003, dois anos antes,
portanto, das primeiras acusações que abalaram o governo petista. Enquanto a ação cível contra os tucanos não
sai da gaveta, o Supremo já condenou 25 réus envolvidos no esquema de desvio de
dinheiro montado pelo PT e analisa agora os respectivos recursos.
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