LEVANTE
MIRA ALSTOM E SIEMENS APÓS VENCER GLOBO
Nesta
quarta-feira 4, grupo de pressão que jogou esterco na fachada da Rede Globo, em
São Paulo, marcha sobre as sedes das multinacionais Alstom e Siemens; à sua
maneira, Levante Popular foca na apuração do propinoduto tucano em São Paulo e
na palavra de ordem Fora, Alckmin; confirmações pelas redes apontam para grande
ato de protesto; na semana passada, estratégia deu resultado imediato, com
editorial das Organizações Globo fazendo mea culpa de apoio ao golpe militar de
1964; LP foi o idealizador do ato, mas Black Blocs pegaram carona; em tempo: os
cabeças cobertas devem aparecer de novo.
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UMA
LIÇÃO DE DIGNIDADE DE UMA MÉDICA CEARENSE
Em defesa da
parcela da população que não tem acesso à saúde nem a médicos nos grotões do
Brasil e pela melhoria do SUS, a médica Rafaela Alves Pacheco, natural do
Ceará, entregou o cargo que ocupava na direção do Sindicato dos Médicos de
Pernambuco (Simepe), que criticava o programa Mais Médicos, perseguia os
coordenadores de cursos a estrangeiros no Estado e chegou a apoiar um ato em
Recife promovendo o enterro do ministro da Saúde, Alexandre Padilha; em uma
longa carta, ela expressa algo que muitos parecem ter esquecido: mais do que
ganhar dinheiro ou fazer da medicina uma trincheira corporativista, ser médico
é se doar pelo bem do próximo; Hipócrates com certeza aprovaria a decisão. Ler mais aqui
Confira a carta de desligamento da
médica Rafaela Alves Pacheco:
A socialidade primária feita de
coisas simples e arranjadas, de vizinhança e solidariedade está perdida no
tempo. Nesta socialidade o ser humano não tem medida, ele é visto pela criatura
que verdadeiramente é, na sua essência. Na sociedade de homens inteiros as
sofisticações não existem. Não deve haver complexidades. O homem trabalha e
divide o trabalho, ele sustenta e divide o sustento. Não há que armazenar
porque sente a presença do semelhante. Esta sociedade, infelizmente, está no
passado quase remoto, porém, não se perdeu na memória do poeta.” Marco
Antônio Castelli
Recife, 29 de agosto de 2013
Caríssimos e caríssimas,
Há tanto o que falar e me pego subitamente
sem saber por onde começar. Então, me permito começar pelo começo.
Muitos(as) de vocês conhecem boa
parte de minha história. Sou cearense, nascida em Fortaleza, filha primogênita
de um casal de funcionários públicos: minha mãe, sertaneja, professora, formada
em Pedagogia. Meu pai, serrano, terminou o segundo grau, mas não fez nenhum
curso superior.
Os dois vieram de famílias simples e
de proles grandes. Meu pai tem dez irmãos. Minha mãe, 14. A vida deles nunca
foi muito fácil, especialmente a de minha mãe. Meu avô materno fez uma morte
súbita ainda jovem e minha avó (que todos vocês bem conhecem, por repetidas
vezes eu citar seus sábios dizeres em reunião) precisou redobrar seus trabalhos
com costura e bordado para conseguir a difícil tarefa de educar seus filhos.
Educação essa que lhe parecia sagrada e da qual não abria mão, até porque
pessoalmente nunca a teve.
Sou a segunda médica da minha
família. Tenho um tio materno médico pediatra. Sei na carne as dificuldades que
minha família e eu passamos para que esse meu sonho acontecesse. Não ser
nascida em família abastarda ainda castra os sonhos de muita gente nesse país.
Eu consegui seguir o rumo que
desejei, mas tenho a clareza que muitos não o fizeram, não porque não souberam
desejar. Ou porque são “menores”, “piores” ou “mais fracos”. Não porque não
foram “persistentes”. Há todo um sistema que retroalimenta e culpabiliza o
inconsciente das massas com essa falsa certeza. Muitos não possuem a
possibilidade de escolher seus caminhos de forma livre porque não tiveram
oportunidade. Porque o jogo está todo errado. Porque no mundo em que vivemos
não é suficiente ser. É preciso ter.
Nesse cenário há duas escolhas: a
primeira, manter-se no estado das coisas e seguir no rumo das ondas, aprendendo
a nadar e evitando o risco de se afogar. E há uma segunda escolha, mais
perigosa, mais tênue e instável, que é a de ousar, de remar contra a maré. Eu
escolhi há muitos anos, em nome dessas tais e tantas pessoas mais humildes e
sem rumo que dedicaria meu suor, minha força, minha cognição e meus dias nessa
segunda proposta, de modo a permitir que tivéssemos um dia, um mundo de fato
partilhado entre todos e todas. É ideológico. É pessoal, é político. É
existencial.
Assumi e assumo diariamente os riscos
e contradições dessa escolha e construo minha trajetória absolutamente balizada
por essa convicção. Alguns chamam isso de paixão. Para muitos pode parecer
piegas, insensato. Pode parecer ridículo, obsoleto. Utópico demais. Mas
acredito que somos livres para optar, assumindo a responsabilidade que todo
poder nos proporciona. Inclusive o poder de pensar.
Minha escolha profissional dialoga
diretamente com essas questões. E desde estudante, construí caminhos de
protagonismo tanto de cuidado com o outro, como de cuidado com o mundo. Comecei
a fazer atividades comunitárias, a pisar na lama e a sentir o cheiro do Brasil
ainda com cara de menina, quando consolidei ainda mais esse pensamento. Não me
sinto seduzida pela pompa que a medicina desenhou ao longo de sua história.
Encanto-me é com a possibilidade de olhar no olho das pessoas, de sentir o
calor que elas passam, rir suas risadas, chorar seus prantos, sejam ricas,
sejam pobres. Tenham dentes na boca ou não. Eu quero ajudar a produzir
plenitude de vida para mim e para os que me cercam, não necessariamente nessa
ordem. Eu sou uma médica que gosta do bicho gente.
Escolhi participar diretamente das
entidades médicas há mais de três anos, mas acompanho as posturas do SIMEPE há
quase 13 anos. Vi, desde há muito, um sindicato que se destacava por ser
diferente.
Era diferente, porque apesar de fazer
movimento de área, equivocada construção histórica da organização dos
trabalhadores que retroalimenta o “farinha pouca, meu pirão primeiro”, não
priorizava uma pauta auto-centrada. Mesmo com todas as contradições e momentos
específicos, partilhava a pauta com a agenda de consolidação do SUS, com os
demais trabalhadores da saúde e se importava verdadeiramente em construir junto
com a opinião pública e sociedade.
Era diferente, porque se destacava
regional e nacionalmente por ter um discurso combativo sim, mas qualificado e
construtivo. Protagonizou grandes e belas lutas, tensionando importantes
vitórias que extrapolavam o umbigo da categoria. O Brasil inteiro sabia que o
SIMEPE era diferente, a entidade sempre foi procurada para opinar sobre um
tudo. Essa casa cresceu, vinha mudando de cara, mas há muitos anos prezou por
ser para além de uma entidade representativa de médicos. O SIMEPE fazia
movimento social.
Venho de uma geração nascida após a
reabertura política brasileira. Dei meus primeiros passos e fui crescendo junto
com a redemocratização. Costumo participar e construir por dentro os processos
e, sendo escutada, respeitada e bem vinda, topo inclusive os enfrentamentos.
Pela palavra. Pelo argumento. Mesmo com todas as divergências, topo discutir e
encontrar um denominador comum que possui um único norteamento e fiel nessa
balança: o bem estar das pessoas. A defesa da vida das pessoas.
Vim de seis anos de movimento
estudantil, de mais seis anos de medicina de família e comunidade, dois desses
de medicina rural. Participei e participo do movimento feminista, da reforma
psiquiátrica, do movimento de reforma sanitária. E esses capítulos da minha
história moldaram e moldam o que sou hoje. É por essa história que vivo, ela é
meu maior patrimônio. E é por ela que falo agora.
Sempre tive múltiplas diferenças e
discordâncias com vocês. Na verdade, com as entidades médicas como um todo.
Nunca gostei de alguns silêncios seletivos e de uma variedade de questões e
posturas internas e externas do movimento médico, ao meu ver bastante
conservadoras. Nunca me senti confortável com o corporativismo que coloca o bem
estar do médico em primeiríssimo lugar. Que escolhe calar, a falar. Mesmo que
isso custe o zelar pela boa medicina e pelo bem estar dos pacientes. E que
ajuda, por consequência, a manter uma inércia social que há mais de 500 anos
corta e sangra os mesmos. A mesma gente brasileira de sempre.
A nossas concepções de missão dessa
casa já eram, de saída, diferentes. Entrei no SIMEPE para fortalecer a agenda
do SUS, para construir qualidade na medicina e para defender os bons médicos e
suas equipes. Essa sempre foi minha maior mobilização. Sempre fui muito honesta
com vocês quanto a essa diferença, nunca escondi essas vicissitudes. Mas foi
muito duro perceber o crescente dessas nossas diferenças. Segui com meu
espírito crítico chamando as partes a pensarem, mantive-me falando mais
internamente e calando mais externamente, por respeito a esse grupo e as coisas
que acreditei serem ainda possíveis de serem construídas com vocês. Um silêncio
caro, que me faz sofrer horrores nesses últimos meses.
Mas infelizmente o que eu temia
aconteceu. O esquentar dessa guerra sangrenta, a agudização das dicotomias, a
fervura apaixonada das discordâncias ideológicas culminaram com o esbravejar
uníssono e inconsequente da categoria médica. Que se perdeu no discurso, que
não soube pautar as importantes e pertinentes considerações que trazia. Nada
além da raiva de nunca ter perdido antes. Não separou o joio do trigo, os
pleitos de direitos, dos de privilégio. Não soube ser generosa. Não soube ser
estratégica. A indignação de perder parte do seu histórico biopoder é
inaceitável para muitos, que preferem esperar na antessala da nação, enquanto
alguém mágico resolva (ou não) construir o tal país de maravilhas que tanto
merecemos. O Brasil precisa de mais.
As lideranças médicas optaram por
abrir uma caixa de Pandora, que não sei sinceramente se irão conseguir fechar.
Dispararam uma onda e vem perdendo de forma avassaladora a credibilidade social
e colocando-nos, todos, numa berlinda que nunca fiz por onde estar.
As máscaras seguem caindo e
mostrando, a todo momento, a todo gesto, quem realmente é quem. As pessoas
nobres e toscas dos dois lados. Porções de nobreza nas considerações de ambos
os segmentos. Pessoas da base e do governo azeitadas pela mídia e opinião
pública em franco maniqueísmo. Muito grito, muita indignação, muito
desrespeito. Muito ódio.
Definitivamente não funciono nesses
termos. Não foi com isso nem pra isso que vim a esse mundo. Sinto-me cada vez
mais escanteada e menos escutada nessa casa. Por mais que eu fale, argumente,
persista, venho assistindo ao ascenso de uma agenda fortemente corporativista e
conservadora por parte das entidades médicas e especialmente do SIMEPE. Agenda
essa que não me move, só me comove.
Enterrar o ministro da saúde e por
consequência toda a atual política de saúde do país e do SUS por conta da
discordância quanto ao Programa Mais Médicos não combina com minha história.
Assistir incólume a toda a
perseguição e coação de pessoas importantes pro SUS e pro SIMEPE por parte de
uma base raivosa e revanchista, sem absolutamente nenhum respeito e
pronunciamento em defesa dos mesmos por parte dessa diretoria não combina com
minha história.
Uma campanha de mídia que ataque
frontalmente o SUS tratando-o como um navio afundando ou um avião caindo e a
comparação falada em rádio de que médicos estrangeiros são “pernas-de-pau” na
medicina não combina com minha história.
Mas o que o SIMEPE fez na assembléia
da última segunda feira 26 não tem nome. Pelo que se consagrou chamar de ética
e pela defesa dos médicos, optou-se por perseguir, retaliar e atacar…médicos!
Os maiores e mais poderosos, xingados. Os menores, processados, podendo perder
seus registros profissionais. Porque ousam discordar. Convivo, trabalho e
milito há muitos anos com Rodrigo Cariri. Sei de sua história, de seu valor, de
sua coragem. E sei que vocês também sabem. Expor ele e quem quer que fosse a
essa situação vexatória por discordância política, repito, não tem nome.
O dedo julgador da categoria médica
acordou para apontar não omissões de socorro, maus tratos aos os pacientes,
desvios de verba do SUS, escalas não cumpridas de plantão, gestores corruptos,
cobranças indevidas de procedimentos, relação incestuosa com a indústria
farmacêutica. O dedo apontou para quem topou discordar, quebrar o feitiço.
Autoritário, vertical, covarde. Inaceitável. Bem destoante de tudo o que vi na
história dessa casa até então.
E em sendo assim, com essa sequencia
de acontecimentos, não me resta outra alternativa. Coloco hoje meu cargo de
diretora de relações institucionais do SIMEPE à disposição. Não me sinto
representada nem represento esse tipo de agenda e atitude.
Tenho a clareza que tentei de um
tudo. Trabalhei e doei o meu melhor para construir o bom trabalho, o bom debate
e a boa política ao longo desses três anos. Lutamos juntos por muitas coisas
que julgo importantes e aprendi a conviver e a ter amizade pessoal com boa
parte de vocês. Nossas diferenças não nos impediram de nos afeiçoarmos e
permaneço tendo afeto verdadeiro por muitos que aqui ficam.
Sei que uns lamentarão, outros
comemorarão e outros sentirão alívio com minha saída. De toda forma, agradeço a
oportunidade de convívio e aprendizagem. Aprendi muitíssimo com vocês. Espero
ter cumprido o meu papel. Espero, também que tenham a grandeza de fazer uma
auto-crítica e ajustar trajetória para lutarem a boa luta. Força e disposição
sei que não faltarão. E o SUS precisa demais da força de luta que o SIMEPE
sempre lhe ofertou.
Agradeço especialmente aos
funcionários e funcionárias do SIMEPE que sempre e tanto me acolheram. Meu
carinho e meu desejo de boa sorte a todos e todas.
Desculpem o prolongamento da carta.
Sempre tanto a dizer.
Atenciosamente,
Atenciosamente,
Rafaela Alves Pacheco.
Médica de Família e Comunidade
Militante em Defesa da Vida.
Médica de Família e Comunidade
Militante em Defesa da Vida.
“Olhar para trás após uma longa
caminhada pode fazer perder a noção da distância que percorremos, mas se nos
detivermos em nossa imagem, quando a iniciamos e ao término, certamente nos
lembraremos o quanto nos custou chegar até o ponto final, e hoje temos a
impressão de que tudo começou ontem. Não somos os mesmos, mas somos mais
juntos. Sabemos mais uns dos outros e é por esse motivo que dizer adeus se
torna complicado! Digamos então que nada se perderá. Pelo menos dentro da
gente…”
Guimarães Rosa
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AÉCIO:
OPOSIÇÃO E GOVERNO DEVEM SER UNIR PARA COBRAR RESPOSTAS DOS EUA
O presidente
do PSDB, senador Aécio Neves, afirmou em entrevista que "em todo momento
que houver qualquer risco à soberania nacional, a repulsa deve ser de
todos". "é preciso que o governo esteja cada vez mais atento a esses
riscos, o que demonstrou também uma enorme fragilidade também no nosso sistema
de defesa", ressaltou. Ler mais
aqui
CPI
DA ESPIONAGEM QUER CONTATO COM SNOWDEN
Sugestão é
da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), eleita presidente da comissão
parlamentar de inquérito instalada nesta tarde para apurar as investigações do
governo americano ao Brasil; "Queremos trabalhar muito próximo ao
jornalista Glenn [Greenwald, do The Guardian] na análise da documentação. Ter
um encontro com Snowden também é fundamental"; segundo ela, o trabalho não
busca desestabilizar a relação com os EUA, mas a dimensão dos fatos e propor
maior segurança às comunicações; primeira reunião já aprovou requerimento
solicitando proteção da PF a Greenwald e seu companheiro, David Miranda. Ler mais aqui
CLUBE
MILITAR CRITICA "COVARDIA" DO GLOBO
Clube rebate
editorial do "O Globo", no qual o jornal tenta justificar apoio dado
ao golpe militar de 1964; "pressionado pelo poder político e econômico do
governo, sob a constante ameaça do “controle social da mídia” – no jargão
politicamente correto que encobre as diversas tentativas petistas de censurar a
imprensa – o periódico sucumbiu e renega, hoje, o que defendeu ardorosamente
ontem. Alega, assim, que sua posição naqueles dias difíceis foi resultado de um
equívoco da redação, talvez desorientada pela rapidez dos acontecimentos e pela
variedade de versões que corriam sobre a situação do país”. Ler mais aqui
PAULO
BERNARDO: "EXPLICAÇÕES DOS EUA SOBRE ESPIONAGEM SÃO FALSAS"
Para o
ministro das Comunicações, não existe qualquer "ilusão" de que os
Estados Unidos espionam o governo brasileiro sob a justificativa de monitorar
eventuais ataques terroristas; "é uma espionagem com um caráter comercial,
industrial, interesse em saber questões como o pré-sal e outras de peso
econômico ou de peso comercial. Portanto, é mais grave do que fica parecendo à
primeira vista”, criticou. Ler mais aqui
PREFEITO
NÃO PODE TROCAR MÉDICO BRASILEIRO POR ESTRANGEIRO
"Não
tem essa de prefeito dispensar médico brasileiro para contratar a preço menor
ou receber de graça o médico estrangeiro, não existe essa hipótese", disse
nesta terça-feira 3 o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da
República, Gilberto Carvalho; denúncia recente da Folha de S.Paulo revelou que
11 municípios tinham esses planos. Ler mais aqui
'FALTAS
MOSTRAM QUE PRECISAMOS DE MÉDICOS ESTRANGEIROS'
Comentário
do ministro da Saúde foi em relação ao grande número de faltas dos médicos
brasileiros no primeiro dia de trabalho do programa Mais Médicos; "[Isso]
só reforça a importância de termos estratégias as mais variadas para trazer
mais médicos de outros países", afirmou Alexandre Padilha; questionado se
a desistência não poderia ser sabotagem ao programa, ele respondeu que tal
atitude seria "uma perversidade quase inimaginável". Ler mais aqui
SÍRIA:
PRESIDENTE DA CÂMARA DOS EUA APOIA OBAMA
Republicano
John Boehner apoiou a defesa feita pelo presidente Barack Obama da necessidade
de uma ação militar na Síria e pediu a seus colegas no Congresso que façam o
mesmo; segundo ele, os EUA têm de responder ao ataque com armas
químicas; secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon questionou a legalidade dos
planos dos EUA de praticar um ataque sem o apoio das Nações Unidas. Ler mais aqui
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