A presidente Dilma Rousseff voltou a criticar o "tsunami" causado pelas políticas monetárias dos países desenvolvidos diante da crise, afirmando que estas causam danos as economias dos países em desenvolvimento.
Dilma também fez críticas às medidas protecionistas adotadas por alguns países, dizendo que "defender" é diferente de "proteger". Demais informações aqui
Tsunami Cachoeira
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O deputado federal Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO) disse que tinha conhecimento do envolvimento do empresário Carlos Cachoeira com contravenção.
"Se eu falar para você que não tinha conhecimento de que ele mexia com jogo seria hipócrita. Demais informações aqui
Veja, enfim, se manifesta
Policarpo Junior e Eurípedes Alcântara
Acuada, silente e apreensiva, a Veja das últimas semanas não era aquela Veja combativa que os brasileiros aprenderam a amar ou odiar nos últimos anos, dependendo da tendência política. Nesta semana, a principal revista semanal do País retomou a velha verve, ao denunciar, na sua capa, a suposta armação do PT para apagar o escândalo do mensalão. A capa fala na “cortina de fumaça do PT para encobrir o maior escândalo de corrupção da história do País”. Demais informações aqui
'Se passar de junho, mensalão pode ficar para 2013', diz Ayres Britto
O ministro Carlos Ayres Britto, que assumirá a Presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) na quinta-feira (19), avalia que se o julgamento do mensalão não for concluído até 30 de junho, ficará para o ano que vem. Segundo o ministro, o principal fator que inviabiliza o julgamento do caso no segundo semestre é a eleição. A partir de julho, seis dos 11 ministros do Supremo também estarão ocupados com o processo eleitoral, pois além do STF, fazem parte do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para Ayres Britto, "não é bom que um processo dessa envergadura corra em paralelo com o processo eleitoral". Demais informações aqui
Agnelo: “Está havendo muita forçação de barra”
Tem ocorrido pela imprensa a veiculação de vazamentos de diálogos entre bandidos, cuja divulgação é feita por não se sabe quem, nos quais se procura, sem um fato concreto sequer, estabelecer ligações entre eles e o meu governo. Mas isso não está funcionando, e nem poderia, mas é claro que chateia. Tudo o que se tem são diálogos entre terceiros, mostrando tentativas frustradas de abordagem ao governo e à máquina administrativa. O problema, para eles, é que isso não vai da certo mesmo, simplesmente porque o GDF não tem rabo preso e esse grupo de contraventores não conseguiu indicar uma pessoa ao menos no meu governo, não conseguiu fazer um negócio ilícito com a minha administração. Nada, zero. Demais informações aqui
Demóstenes lá, Benedito cá. É o poder do jogo
Gravações apontam mostram que Procurador-Geral de Justiça de Goiás, Benedito Torres, irmão do senador, agia para favorecer negócios de Cachoeira
O jornal Correio Braziliense traz hoje reportagem que revela a existência de conversas gravadas com autorização da Justiça que mostram acerto entre o senador Demóstenes Torres e Carlinhos Cachoeira para intervenções do Ministério Público goiano em favor dos negócios do contraventor.
“Interceptações telefônicas da Polícia Federal apontam que o senador goiano Demóstenes Torres (sem partido) garantiu ao bicheiro Carlinhos Cachoeira interferir diretamente em procedimentos internos do Ministério Público (MP) de Goiás, comandado pelo irmão do parlamentar, o procurador-geral de Justiça, Benedito Torres, para favorecer o contraventor”, registra a repórter Júnia Gama.
Desespero abate sobre revista Veja

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A Verdadeira capa da Veja

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