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terça-feira, 17 de abril de 2012

Noticiário de 16 de abril de 2012

Difícil imaginar Conselho de Segurança sem o Brasil, diz Hillary
Em visita ao Brasil, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, avaliou nesta segunda-feira que, diante do cenário geopolítico contemporâneo, o País deve fazer parte do Conselho de Segurança das Nações Unidas como membro permanente. Hillary, no entanto, não fez um apoio formal, a exemplo do que fez o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em visita oficial à Índia. O Brasil compõe o chamado G4, que inclui Japão, Alemanha e Índia, todos aspirantes a uma cadeira permanente no conselho. Demais informações aqui

Argentina decide nacionalizar YPF
A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, anunciou nesta segunda-feira que seu governo pretende "expropriar" de 51% da petrolífera de capital argentino e espanhol Repsol-YPF. A declaração - segundo Cristina, inspirada na Petrobras - estremeceu as relações diplomáticas com a Espanha. Demais informações aqui

Grampo flagra empresa Delta e seu dono Cavendish


A reportagem de ontem do 247, que exibia um grampo de Fernando Cavendish, da Delta, falando em pagar R$ 30 milhões a políticos para obter obras públicas, acaba de ser repercutida no Jornal Nacional. A divulgação desta fala torna delicadíssima a situação da empreiteira, que foi a maior recebedora de recursos do PAC no ano passado – nada menos que R$ 884 milhões, segundo o Portal da Transparência. O primeiro a divulgar o grampo foi o jornalista Mino Pedrosa, do site Quidnovi, que já foi assessor do bicheiro Carlos Cachoeira.  Demais informações aqui

Marconi, anti-Lula, acusa PT de acobertar mensalão
Marconi, anti-Lula, acusa PT de acobertar mensalão 
A tese da reportagem da revista Veja deste final de semana já estava na boca do governador Marconi Perillo (PSDB) na sexta-feira: a operação Monte Carlo é uma cortina de fumaça dos petistas para esconder o mensalão. Assim como estava na do presidente nacional do PSDB, deputado federal Sérgio Guerra (PE), que afirmou que o PT quer usar o caso Cachoeira para “abafar o mensalão”.
Em março do ano passado, durante evento do PSDB, chegou a afirmar em discurso que se Lula for candidato, nem Aécio Neves nem Geraldo Alckmin terão coragem de enfrentá-lo, o que então abre caminho para ele entrar na disputa. A presidência, para os marconistas, é caminho natural para seu líder e o projeto é acalentado, incentivado e destacado em regularidade na mídia goiana. 

Marconi, assim, age como uma ilha cercada por gente de Cachoeira, gente curiosamente escolhida por ele para participar do governo. Coincidência?
Já caíram: o procurador-geral do Estado, Ronald Bicca, o presidente do Detran, Edivaldo Cardoso, a chefe de gabinete da governadoria, Eliane Pinheiro, e o Procurador-chefe administrativo da Procuradoria-Geral do Estado, Marcelo Siqueira. Há suspeitas ainda de dinheiro destinado a campanhas.  Demais informações aqui


Marta vai a Sarney, segura o rojão e promete abrir CPI
Vai ter CPI, sem qualquer tipo de adiamento. Foi isso o que ficou acertado, momentos atrás, na visita que a senadora Marta Suplicy (PT-SP) fez ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), no hospital Sírio-Libanês, onde ele foi submetido a cateterismo e angioplastia.  Ela está cada vez mais próxima da presidente Dilma Rousseff e deverá exercer um papel estratégico neste primeiro momento.
Presidente da Câmara declara guerra à Veja
Presidente da Câmara declara guerra à Veja 
Agora é guerra. O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, soltou uma nota contestando a reportagem de capa da revista Veja deste fim de semana, que acusa o PT de armar uma cortina de fumaça, com a CPI do caso Cachoeira, para abafar o escândalo do mensalão. Num texto duro, Maia garante que haverá uma investigação sobre as relações de jornalistas com grupos clandestinos de espionagem e lembrou o caso do News of the World, que fechou as portas após a descoberta de que publicava grampos ilícitos.




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