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domingo, 24 de junho de 2012

Mais notícias de 23-junho-2012

Brasil chama destituição de Lugo de 'rito sumário' e convoca embaixador
SÃO PAULO - O governo brasileiro convocou na noite deste sábado, 23, o embaixador no Paraguai para consulta em Brasília em sobre a deposição do presidente Fernando Lugo. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informou que avalia junto com os integrantes do Mercosul e da Unasul medidas contra a chamada "ruptura de ordem democrática" no país vizinho. Mais cedo, Argentina determinou que seu embaixador deixe as atividades no Paraguai.
Serra desdenha do apoio de Lula
a Haddad
Serra desdenha do apoio de Lula a Haddad
247 – Candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, José Serra será oficializado pelo partido na convenção que se realiza neste domingo. E concedeu uma entrevista à jornalista Daniela Lima, da Folha de S. Paulo, que será publicada na edição de amanhã do jornal – e que, em São Paulo, já começou a circular. O trecho mais importante é o que ele fala sobre o peso do apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao candidato Fernando Haddad.
 “Em 2004, Lula apoiou Marta e eu ganhei. Em 2006, ele apoiou Mercadante e eu ganhei. Em 2008, apoiou a Marta e o Kassab ganhou. Em 2010, apoiou a Dilma e eu ganhei aqui na cidade. Infalível ele não é.”
As marcas que Dilma e muitos
outros têm
Quem esteve preso ou conheceu pessoas que foram presas nos tempos da ditadura sabe do que a agora presidente Dilma Rousseff está falando ao narrar as torturas que sofreu em Juiz de Fora. Muitos presos brasilienses passaram por lá, pois até 1971 não existia auditoria militar em Brasília e os julgamentos eram no tribunal militar daquela cidade mineira. Aliás, muita gente sequer sabe que os acusados de crimes contra a "segurança nacional" eram julgados por auditorias militares e pelo Superior Tribunal Militar.
Paraguai vai superar crise após
impeachment de Lugo, diz governo da
Espanha
Madri, 23 - O governo da Espanha defendeu neste sábado o pleno respeito à institucionalidade democrática e ao estado de direito, e manifestou a confiança de que o Paraguai conseguirá resolver a atual crise política, assim como garantir a segurança de seus cidadãos após o impeachment do presidente do país, Fernando Lugo.
Como elite, mídia e Igreja católica
jantaram Lugo
Como elite, mídia e Igreja católica jantaram Lugo
Leonardo Attuch _247 – Ainda que a constituição paraguaia permita o juízo político de seus governantes, um processo de impeachment que se desenrola em apenas dois dias só pode ser definido com uma única palavra: golpe. Foi isso o que aconteceu no Paraguai, por mais que vozes conservadoras, daqui e de lá, defendam a legalidade do processo. Ponto.
No Paraguai, tudo parece estar dominado: Congresso, meios de comunicação e a própria Igreja Católica. Nos jornais paraguaios de hoje, não se encontrará uma única referência ao golpe. Periódicos como "ABC Color" e "Cronica" tratam a deposição de um presidente eleito como um fato corriqueiro, tal qual uma partida de futebol do Cerro Porteño. O ABC, por sinal, trouxe a seguinte manchete no dia de ontem, que já antecipava a decisão do Congresso: "Se não renunciar, Lugo será cassado".

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