Estilo Graça pode gerar rebelião na Petrobras
247 – Dias atrás, a presidente da Petrobras, Graça Foster, fez uma conferência com investidores e foi de uma sinceridade atroz. Reduziu de 3,1 milhões para 2,5 milhões barris/dia a meta de produção da empresa para 2016. “Os números não eram realistas”. Além disso, cancelou projetos de várias refinarias e manteve apenas a Abreu e Lima, em Pernambuco, que custará nove vezes mais do que o previsto – o orçamento foi de R$ 4,75 bilhões para R$ 42 bilhões. Graça já havia demarcado seu território, ao demitir diretores que haviam sido indicados politicamente – inclusive, pelo próprio PT.
Agora, ela decidiu comprar uma nova briga, segundo informa a coluna do jornalista Ilimar Franco, no jornal O Globo, na nota “Fim da farra”:
A presidente da Petrobras, Graça Foster, decidiu segurar e rever todos os patrocínios concedidos pela empresa. Sua posição atinge eventos, congressos, publicações, filmes, projetos culturais e conferências setoriais e temáticas promovidas pelo governo federal e que tinham patrocínio da estatal. Os marqueteiros petistas estão em polvorosa e, atônitos e irritados, perguntam: "Quem essa Graça Foster pensa que é? A Dilma da Dilma?"
Gurgel cogitou arquivar denúncia contra Arruda
Gurgel fez uma confidência, revelando o teor de uma conversa mantida entre ele e a procuradora Raquel Dodge, responsável pelo caso. “Ou você apresenta agora, ou vou mandar arquivar”, teria dito Gurgel. E ela teria pedido então para que o procurador também assinasse a peça.
Foi assim que brotou, com quase três anos de atraso, a denúncia contra Arruda. Uma denúncia que enfrenta várias dificuldades técnicas. A maior delas decorre do fato de todas as provas serem anteriores à posse de Arruda como governador do Distrito Federal – as imagens feitas pelo delator Durval Barbosa são de 2006 e Arruda foi empossado em 2007.
Após Chávez, Cristina quer mais sócios no Mercosul
No Twitter, onde já tem mais de 1 milhão de seguidores com o perfl @CFKArgentina, ela defendeu uma ampliação do Mercosul, além da Venezuela. “Estamos convocando a toda região para que caminhe em direção a uma integração maior, política e econômica”, disse ela. “Foi isso o que nos permitiu crescer nos últimos anos”.
Ver mais em: http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/67385/Ap%C3%B3s-Ch%C3%A1vez-Cristina-quer-mais-s%C3%B3cios-no-Mercosul-Depois-Ch%C3%A1vez-Cristina-quer-mais-s%C3%B3cios-Mercosul.htm
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Lugo: "Caí porque não dei cargos aos partidos"
247 – O ex-presidente paraguaio Fernando Lugo concedeu entrevista exclusiva ao Clarín para dizer que caiu por não entrar no jogo político do Paraguai.
"Eu poderia fazer uma aliança com eles (PLRA), mas o preço seria muito alto. O que os partidos políticos querem? Eles querem postos e eu disse 'não', o Estado não é uma torta que se reparte, é preciso merecer o posto. Tínhamos outra visão de como conceber a política. Então, quando os convidados são muitos e a comida é pouca, sem dúvida há descontentes. E houve grande descontentamento na classe política tradicional", diz.
FHC apela ao STF antes do julgamento do mensalão
247 – O julgamento do mensalão, marcado para ter início no dia 2 de agosto, será uma etapa decisiva da disputa política no Brasil entre as duas principais forças: PT e PSDB. De um lado, o PT tenta consolidar a tese de crime eleitoral, semelhante ao já praticado por outros partidos, como o DEM, que teve seu mensalão denunciado na semana passada, e o próprio PSDB, que é um dos alvos principais da CPI do caso Cachoeira. De outro, os tucanos esperam que o julgamento renove as possibilidades eleitorais do partido, ao cravar, no PT, a marca simbólica do crime – e, se possível, com condenações exemplares.
No texto de FHC, chamado “As classes médias na berlinda”, ele faz um apelo ao Supremo Tribunal Federal. “Se o Supremo Tribunal Federal se comportar institucionalmente, sem medo de condenar ou de absolver, desde que explicando o porquê e sendo transparente, pode ajudar a demarcar os limites do inaceitável”, diz ele. “Nem só de pão vive o homem. A decência e a honestidade são partes da vida”.
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