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sábado, 14 de julho de 2012

Noticiário de 13-julho-2012

Governo dá reajuste de até 45% a professores de ensino superior da rede federal
O governo federal propôs um plano de carreira às entidades sindicais dos professores dos institutos e das universidades federais que passará a vigorar a partir de 2013. A proposta foi anunciada em um encontro que os Ministérios do Planejamento e da Educação tiveram com os representantes sindicais da categoria nesta sexta-feira, 13. O reajuste vai de 16% até 45%.
O salário inicial do professor com doutorado e com dedicação exclusiva será de R$ 8,4 mil. Os salários dos professores já ingressados na universidade, com título de doutor e dedicação exclusiva passarão de R$ 7,3 mil para R$ 10 mil.

Ao longo dos próximos três anos, a remuneração do professor titular com dedicação exclusiva passará de R$ 11,8 mil para R$ 17,1 mil.
Segundo o MEC, hoje a rede federal tem 105.667 professores, dos quais 37.522 são aposentados. Entre os docentes em atividade, 87% têm contratos de dedicação exclusiva. Dos ativos, 68% têm doutorado, 25,9% têm mestrado e 2,1%, só a graduação. Outros 2.797 professores estão em nível de aperfeiçoamento ou de especialização, com cursos em andamento. 
Professores não aceitam acordo e greve nas federais continua
Após uma reunião com o governo, realizada na tarde desta sexta-feira (13), representantes dos professores federais decidiram manter a greve, que completa dois meses na próxima semana.

De acordo com Marinalva Oliveira, presidente da Andes (Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior), a proposta apresentada pelo secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, não está de acordo com os objetivos da categoria.
Escutas sugerem acordo entre suplente de Demóstenes e Cachoeira
Fábio Fabrini, de O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - Telefonema interceptado pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo mostra o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, conversando com um de seus aliados sobre um acordo que teria sido firmado com Wilder Morais (DEM-GO), herdeiro da vaga de Demóstenes Torres (sem partido-GO) no Senado. As gravações não deixam claro quais seria os termos desse acordo e quando ele teria sido feito.

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