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sábado, 15 de setembro de 2012

Artigos e Notícias de 15 de setembo de 2012




"Lula era o chefe", diz Valério (em off) a Veja

247 – Desde ontem à noite, Veja anuncia por meio de dois de seus porta-vozes extraoficiais, os jornalistas Augusto Nunes e Reinaldo Azevedo, uma capa bombástica contra o ex-presidente Lula. A “mais importante desde a entrevista de Pedro Collor”, que gerou o impeachment de seu irmão Fernando Collor, há exatos vinte anos. A capa, no entanto, não entrega a mercadoria. Traz uma declaração de Marcos Valério de Souza (“Não podem condenar apenas os mequetrefes. Só não sobrou para o Lula porque eu, o Delúbio e o Zé não falamos”) que não foi dita diretamente à revista. Trata-se, na verdade, de algo dito a interlocutores próximos do empresário, já condenado na Ação Penal 470, mas não oficialmente à revista. Off the records, portanto.  VER MAIS

Advogado de Dirceu critica
 reportagem sobre Valério
O advogado de José Dirceu, José Luis de Oliveira Lima, criticou neste sábado (15) a reportagem da revista "Veja"a que atribui ao empresário Marcos Valério novas declarações sobre o esquema do mensalão.
"É no mínimo estranho que, na véspera do início do julgamento do meu cliente e próximo do primeiro turno da eleição municipal, a revista 'Veja' venha com matéria leviana, desprovida de fatos, depoimentos e documentos", disse o advogado.
"Assim como fez quando invadiu o quarto de hotel do meu cliente, a revista vem com ataques", afirmou. VER MAIS
Marcos Valério era o 'pivô' do mensalão, diz a denúncia
Chamado de "profissional do crime" pelo Ministério Público, o empresário mineiro Marcos Valério Fernandes de Souza é acusado de ser o "pivô" do esquema do mensalão.

Segundo a denúncia, Valério foi o responsável por levantar e distribuir os mais de R$ 135,9 milhões que abasteceram um esquema de compras de voto de parlamentares para o governo.

Valério começou a se relacionar com os líderes do PT em 2002. Naquele ano, Lula ganharia a eleição presidencial, e o empresário usaria os serviços de suas agências de publicidade como pretexto para ser apresentado à cúpula do PT, incluindo o ex-ministro José Dirceu, a quem o Ministério Público chama de "chefe" da organização criminosa.  VER MAIS


Colunista

O fim do serrismo

Leonardo Attuch

Ele é rejeitado por quase metade dos paulistanos porque representa apenas um projeto pessoal de poder
Uma longa estrada, de 50 anos de política, está chegando ao fim. Da presidência da União Estadual dos Estudantes, em São Paulo, no ano de 1962, à candidatura a prefeito da capital, agora, José Serra teve todas as chances que buscou na política – e aproveitou quase todas elas. Falhou nas duas tentativas de atingir a Presidência da República, e sem dúvida não terá a terceira. De tanto perseguir sua ambição, Serra atrapalhou-se em encruzilhadas determinantes para o seu caminho. A escolha mais errada, vê-se, neste momento, por meio dos seus 46% de rejeição no eleitorado paulistano, foi ter usado a mesma Prefeitura de São Paulo como trampolim para chegar ao governo do Estado e, daí, de novo à Presidência. Passada em cartório, a promessa de cumprir inteiramente o mandato de prefeito foi rasgada e, em picadinhos, jogada no lixo.  VER MAIS

Em 5 anos, SP gastou R$ 609 milhões com publicidade

Entre 2007 e 2011, o governo do Estado de São Paulo gastou R$ 608,9 milhões com publicidade. O valor equivale a cerca de 30% do total gasto pela União no período. Ou seis vezes o investimento da Secretaria da Cultura em 2011.

Não computam a publicidade de fundações, autarquias e estatais, como o Metrô e a Sabesp.

O auge dos foi em 2009 e 2010, quando o então governador José Serra (PSDB), que hoje disputa a prefeitura, era candidato a presidente. Em 2009, foram R$ 173 milhões em anúncios, quase o triplo de 2007, início de sua gestão.

As emissoras com sinal aberto da Globo (capital e afiliadas) foram destinatárias de R$ 210 milhões, 49,5% de total em TVs. Pelo Ibope, porém, elas tiveram audiência sempre abaixo disso. A proporção de aparelhos ligados na Globo caiu de 41%, em 2007, para 38%, em 2011.

Entre os jornais, a Folha aparece como o segundo veículo em destinação de anúncios, com R$ 4,4 milhões. O "Estado de S. Paulo" está associado a valores que totalizam R$ 4,7 milhões.  VER MAIS

Igreja não deve se envolver na batalha política, diz presidente da CNBB


Um dia após a Arquidiocese de São Paulo ter atacado a Igreja Universal, o presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), dom Raymundo Damasceno, 75, disse nesta sexta-feira (14) que a Igreja Católica não quer se colocar no lugar dos políticos.

"Damos critérios e deixamos o eleitor muito livre no exercício de seu direito e dever. O papa diz muito claramente que a Igreja não pode nem deve tomar nas suas próprias mãos a batalha política. Isso é próprio do político, do Estado", declarou.  VER MAIS

Igrejas evangélicas ignoram lei e doam dinheiro para candidatos

A segunda parcial da prestação de contas divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral na semana passada mostra cinco igrejas na lista de doadores em quatro Estados.  Um dos doadores é a Assembleia de Deus de Serra (ES), que contribuiu com R$ 1.250 para um pastor candidato a vereador pelo PT.  A Igreja do Evangelho Quadrangular aparece como doadora de outro pastor que concorre à Câmara Municipal de Alvorada (RS) pelo PP.

A mesma igreja consta como doadora no Paraná. Em Minas, a Igreja Batista Vale das Bênçãos doou a um pastor em Formiga, e a Evangelho Pleno, a um candidato de Betim. Os beneficiados são do PDT, do PMN e do PV.  VER MAIS


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