Professores da rede estadual de São Paulo param nesta sexta-feira
Categoria reivindica, entre outras coisas, o cumprimento do piso salarial e reajustes nos vencimentos
Metroviários decidem entrar em greve na quinta-feira
Sindicato afirma que ainda que não há decisão sobre como será a paralisação
CÂMARA PAGOU MAIS DE R$ 1 MILHÃO A 14 SERVIDORESCategoria reivindica, entre outras coisas, o cumprimento do piso salarial e reajustes nos vencimentos
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Um grupo de 14 servidores da Câmara, todos aposentados, foram os maiores beneficiários de salários na Casa em 2010 e 2011. Levantamento revela que um dos funcionários desse grupo chegou a ganhar R$ 1,23 milhão brutos nesse período, entre janeiro de 2010 a junho do ano passado. Isso significa um rendimento médio mensal de R$ 68 mil por mês. Ao todo, o grupo de 14 servidores teve rendimento médio de R$ 60 mil brutos por mês e R$ 44 mil líquidos. Ler íntegra do artigo
A TURMA DO MILHÃO
Rendimentos recebidos entre janeiro de 2010 e junho de 2011
NOME DO SERVIDOR SALÁRIO BRUTO ABATE-TETO SALÁRIO LÍQUIDO
Cristina de Fátima Nunes de Queiroz 1.237.943,00 56.122,00 909.894,00
Vilson Vedana 1.219.944,00 49.709,00 912.235,00
Jane Marques França 1.206.767,00 12.104,00 958.347,00
Hamilton Balão Cordeiro 1.191.416,00 86.870,00 870.677,00
Anamélia Ribeiro Correia de Araújo 1.190.382,00 36.274,00 762.647,00
Juarez Pires Silva Alves Bragança 1.076.355,00 9.697,00 842.204,00
Ruy Omar Prudêncio Da Silva 1.066.047,00 49.792,00 692.624,00
Jose Justino da Silva 1.042.948,00 31.230,00 737.286,00
José Botelho Filho 1.042.763,00 92.857,00 708.130,00
Adelmar Silveira Sabino 1.030.800,00 99.526,00 840.248,00
José Carlos Pereira 1.026.001,00 51.253,00 748.908,00
Roberto Moreira da Costa 1.015.264,00 11.720,00 743.307,00
Antonio Jaci Dutra Porto 1.014.094,00 2.478,00 726.927,00
Adão Leite de Souza 1.007.486,00 8.531,00 791.349,00
TOTAL 15.368.210,00 616.010,00 11.244.783,00
Fonte: Congresso em Foco, com base em registros da Câmara
Folha de SP vê ameaça à democracia na Argentina
247 – A nova Lei dos Meios de Comunicação na Argentina, que combate monopólios da informação e obriga o grupo Clarín a vender parte de suas concessões, é uma ameaça à democracia. Essa é a visão da Folha de S. Paulo, expressa em editorial publicado nesta sexta. Leia:
A presidente marcou a data de 7 de dezembro para "desinvestir" o grupo de parte das concessões de rádio e TV sob seu controle. Trata-se, em tese, de aplicar uma lei, aprovada em 2009, destinada a coibir a excessiva concentração no setor de telecomunicações.
Sob pretexto antimonopolista, todavia, é bem diferente o que ocorre na Argentina. A própria frase da presidente sobre as "calúnias" de que estaria sendo vítima já desmascara seu intento. O "Clarín" tem tido papel decisivo em revelar escândalos no governo.
Não é nesse clima que o recurso a uma lei de telecomunicações contra um grupo de mídia surge como mecanismo democrático, isento e insuspeito. Ao contrário, procura-se com a lei atingir retroativamente concessões renovadas pelo governo anterior -a saber, o de Néstor Kirchner, falecido cônjuge da atual presidente. Ler íntegra do artigo
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