Professores universitários decidem manter greve que dura mais de 110 dias
Chega uma hora que a coisa vira bagunça. E quem cobre o prejuízo dos alunos que não concluem o curso e não podem iniciar-se na atividade profissional? E os país que têm que dispender mais recursos para manutenção de filhos alunos ociosos? Só há um jeito de haver negociação. Cortar o ponto e suspender a folha de pagamento. Quem sabe um e outro lado não cede um pouco mais e se chega a um denominador comum? Desconfio muito dos reais interesses camuflados por detrás desses movimentos.
O Andes (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior) decidiu em assembleia neste domindo (3) dar continuidade a greve nacional de professores de universidades federais. A paralisação dura mais de 110 dias e tem adesão de 48 universidades e 32 institutos tecnológicos.
Os professores universitários federais ligados ao sindicato não aceitaram a última proposta feita pelo MEC (Ministério da Educação) e pelo Ministério do Planejamento, que prevê reajustes entre 25% e 40%, nos próximos três anos e redução do número de níveis de carreira de 17 para 13. VER MAIS
Os professores universitários federais ligados ao sindicato não aceitaram a última proposta feita pelo MEC (Ministério da Educação) e pelo Ministério do Planejamento, que prevê reajustes entre 25% e 40%, nos próximos três anos e redução do número de níveis de carreira de 17 para 13. VER MAIS
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