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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

DOMINGO, 9/12/2012

AGÊNCIAS DE CLASSIFICAÇÃO DE RISCOS, PODEM SER UM RISCO

Agências de classificação de risco deram notas altas e consideraram "seguros" vários bancos brasileiros que quebraram recentemente.

Exemplos:

O Banco BVA, por exemplo, ganhava da classificadora LF Rating nota BBB ("moderada segurança") quatro dias antes de sofrer intervenção do BC, em 19 de outubro. Da Austin Rating, o BVA ganhava nota BBB+ ("risco baixo") menos de dois meses antes da intervenção.

O banco Cruzeiro do Sul, que foi liquidado em setembro com um rombo de R$ 3,1 bilhões, e o Panamericano, que sofreu intervenção em 9 de novembro de 2010 o mesmo se deu.

Com a chancela das agências de rating, fundos de pensão como a Petros, segundo maior do Brasil, podiam investir em papéis mais arriscados, que levavam o carimbo de "seguros". A Petros tinha R$ 80 milhões em três fundos ligados ao BVA e aplicava em papéis do banco.

Em fevereiro de 2006, o banco Cruzeiro do Sul encerrou seu contrato com a Fitch, que lhe dava nota BB+(bra), "elevado risco de inadimplência". No mesmo ano, assinou contrato com a Moody's, que lhe deu Baa1 para depósitos de longo prazo e meses depois elevou a A3 (ambos grau de investimento, considerados seguros).

ESPANHA - PRIVATIZAÇÃO DE HOSPITAIS

Milhares de cidadãos e de profissionais da área da saúde foram neste domingo às ruas de Madri para cercar os hospitais públicos, formando um "abraço", e expressar assim sua rejeição aos planos do governo regional de privatizá-los.

O objetivo deste protesto, conforme disse Magdalena Salcedo, de um sindicato de profissionais da saúde, é exigir ao governo da comunidade autônoma de Madri a "iniciar os mecanismos necessários para tornar possível uma saúde pública mais eficiente".  Leia mais aqui

EM DEFESA DO MINISTRO GUIDO MANTEGA
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Atacar o ministro da Fazenda já é quase um esporte nacional. Principalmente por parte da Mídia  e respectiva Oposição representante. Mas os números mostram que o ciclo conduzido pelo genovês Guido Mantega na economia brasileira é o mais bem-sucedido de todos os tempos. Com ele, o Brasil cresceu a uma média superior a 4% ao ano, acumulou reservas, reduziu a dívida pública e manteve a inflação controlada. Será que deveríamos ter saudades dos tempos de Delfim Netto, Maílson da Nóbrega, Pedro Malan ou mesmo Antonio Palocci?  Leia mais aqui



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