AGÊNCIAS DE CLASSIFICAÇÃO DE RISCOS, PODEM SER UM RISCO
Agências de classificação de risco deram notas altas e consideraram "seguros" vários bancos brasileiros que quebraram recentemente.
Exemplos:
O Banco BVA, por exemplo, ganhava da classificadora LF Rating nota BBB ("moderada segurança") quatro dias antes de sofrer intervenção do BC, em 19 de outubro. Da Austin Rating, o BVA ganhava nota BBB+ ("risco baixo") menos de dois meses antes da intervenção.
O banco Cruzeiro do Sul, que foi liquidado em setembro com um rombo de R$ 3,1 bilhões, e o Panamericano, que sofreu intervenção em 9 de novembro de 2010 o mesmo se deu.
Com a chancela das agências de rating, fundos de pensão como a Petros, segundo maior do Brasil, podiam investir em papéis mais arriscados, que levavam o carimbo de "seguros". A Petros tinha R$ 80 milhões em três fundos ligados ao BVA e aplicava em papéis do banco.
Em fevereiro de 2006, o banco Cruzeiro do Sul encerrou seu contrato com a Fitch, que lhe dava nota BB+(bra), "elevado risco de inadimplência". No mesmo ano, assinou contrato com a Moody's, que lhe deu Baa1 para depósitos de longo prazo e meses depois elevou a A3 (ambos grau de investimento, considerados seguros).
ESPANHA - PRIVATIZAÇÃO DE HOSPITAIS
Milhares de cidadãos e de profissionais da área da saúde foram neste domingo às ruas de Madri para cercar os hospitais públicos, formando um "abraço", e expressar assim sua rejeição aos planos do governo regional de privatizá-los.
O objetivo deste protesto, conforme disse Magdalena Salcedo, de um sindicato de profissionais da saúde, é exigir ao governo da comunidade autônoma de Madri a "iniciar os mecanismos necessários para tornar possível uma saúde pública mais eficiente". Leia mais aqui
EM DEFESA DO MINISTRO GUIDO MANTEGA
Atacar o ministro da Fazenda já é quase um esporte nacional. Principalmente por parte da Mídia e respectiva Oposição representante. Mas os números mostram que o ciclo conduzido pelo genovês Guido Mantega na economia brasileira é o mais bem-sucedido de todos os tempos. Com ele, o Brasil cresceu a uma média superior a 4% ao ano, acumulou reservas, reduziu a dívida pública e manteve a inflação controlada. Será que deveríamos ter saudades dos tempos de Delfim Netto, Maílson da Nóbrega, Pedro Malan ou mesmo Antonio Palocci? Leia mais aqui
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