PSDB é CONTRA "CONTA DE LUZ MAIS BARATA"
BRASÍLIA, (Reuters) - O Diretório Nacional do PT, reunido em Brasília nesta sexta-feira, elaborou nota criticando o PSDB. A crítica tem como base a recusa de três empresas estatais estaduais de energia -- Cesp, Cemig e Copel -- em aceitar a renovação das concessões. Com isso, a redução média das tarifas ficou em 16,7 por cento. As três são de Estados comandados por governadores do PSDB, o que, a nota do PT ironiza como uma "coincidência".
A não adesão das empresas frustrou o plano anunciado pela presidente em setembro de reduzir as tarifas de energia a partir do próximo ano em 20 por cento. Com isso, a redução média das tarifas ficará em 16,7%
"Estes governadores do PSDB e seus aliados são contra a conta de luz mais barata. Colocam seus interesses econômicos e eleitorais acima do bem da população e do empresariado que está com a presidenta nesta batalha, que dá continuidade à difícil redução dos juros e da carga tributária", diz a nota. Leia mais aqui
EM GUERRA 'ELÉTRICA' DE NOTAS, PSDB REBATE PT
247 - Em resposta a nota divulgada pelo Diretório nacional do PT, o PSDB distribuiu mensagem para dizer que "os governos de SP, MG e PR já garantem energia mais barata". É mais um capítulo da 'guerra elétrica' iniciada pela recusa dos Estados governados pelo PSDB de participar da renovação das concessões que diminuiria em 20% as contas de energia do país. Veja a nota:
"Os governos de SP, MG e PR já garantem energia mais barata
Em São Paulo, Minas Gerais e Paraná, estados governados pelo PSDB, os brasileiros mais pobres já pagam menos pela energia elétrica.
Isso foi garantido graças à decisão desses governos de zerar o ICMS (um imposto estadual) da tarifa daqueles que consomem até 90kW/hora, como é o caso de São Paulo e Minas, e do subsídio estabelecido no Paraná a 200 mil famílias que gastam até 100kw/mês, que sequer pagam pela energia consumida". Leia mais aqui
ESTADOS ESTUDAM AUMENTAR IMPOSTOS PARA COMPENSAR ENERGIA BARATA
Em uma reação à medida provisória que reduz a tarifa de luz a partir de janeiro, Estados já se articulam para aumentar alíquotas de impostos e recuperar parte das perdas de arrecadação com o setor elétrico.
O Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), que reúne os secretários da Fazenda, estuda alternativas para amenizar o impacto da redução nos cofres públicos. "Isso tudo cai como um bomba para nós. E os Estados nem sequer são ouvidos", disse o coordenador do órgão, Cláudio Trinchão, da Fazenda do Maranhão.
Tais articulações, vindas de Estados governados por siglas de oposição e situação, ameaçam a eficácia da "agenda positiva" que o governo tenta promover com as reduções nas tarifas de energia.
Anunciada em setembro, a medida provisória prevê a renovação antecipada das concessões de energia elétrica em troca da redução das tarifas. A intenção do Planalto é estimular a competitividade da indústria, que reclama dos altos gastos com infraestrutura no país. Leia mais aqui
FOLHA SAI EM DEFESA DAS EMPRESAS DE ENERGIA ELÉTRICA
247 – Numa crítica à medida do governo federal que prevê a redução na tarifa de energia elétrica, o editorial da Folha de S.Paulo deste sábado começa com a seguinte frase: "Dinheiro não nasce em árvore". Apesar de defender ser "importante" a redução no custo do insumo, o jornal lembra que, ao anunciar um desconto de 20% na conta de luz dos brasileiros, o governo "precisa impor uma perda a outros atores envolvidos na cadeia energética". Leia mais aqui
APÓS VENEZUELA, BOLÍVIA PROTOCOLA ADESÃO AO MERCOSUL
Blog do Planalto - A presidenta Dilma Rousseff afirmou que a reunião de chefes de Estado do Mercosul, dos Estados associados e dos países convidados começou com ênfase na inclusão, a partir da participação, pela primeira vez, da Venezuela na condição de membro, fazendo com que o bloco se estenda, agora, até o Caribe, ganhando importância econômica.
"Fico muito feliz em ver que o Mercosul está se consolidando em um ideal de integração cada vez mais sul-americano. Um novo Mercosul está em marcha. (...) Como bloco, somos a quinta economia do mundo. Dispomos de enorme potencial energético e de ampla capacidade de produção de alimentos, além de contar com um parque industrial pujante e diverso. Constituímos também um mercado de grandes dimensões", afirmou.
Dilma também deu as boas vindas ao bloco à Bolívia, que inicia o diálogo para se tornar membro pleno do bloco. Evo Morales, presidente boliviano, afirmou que o país não exitou em aceitar o convite do Mercosul e colocou a integração como uma fórmula da América do Sul para enfrentar a crise internacional, já que existe um foco comum no combate a pobreza. Leia mais aqui
BP INVESTE EM NOVAS USINAS DE ETANOL NO BRASIL
Para atender ao deficit na oferta de etanol no país e à futura demanda mundial por biocombustíveis, a britânica BP anunciou um ousado plano de expansão para produzir o combustível no Brasil.
Sem revelar valores de investimento, a empresa informou ontem que pretende aumentar sua capacidade de moagem de cana dos atuais 7,5 milhões para 30 milhões de toneladas, em cinco anos.
As três unidades que a empresa opera, em Goiás e em Minas Gerais, terão suas capacidades industriais (hoje, de 2,5 milhões de toneladas cada uma) duplicadas.
Além disso, mais três usinas serão montadas nos mesmos Estados, com capacidade para moagem de 5 milhões de toneladas de cana -uma delas já está em construção.
BP INVESTE R$ 716 MI EM USINA DE ETANOL EM GOIÁS
O presidente da BP Biocombustíveis no Brasil, Mario Lindenhayn, anunciou na tarde desta sexta-feira investimentos da ordem de R$ 716 milhões na ampliação da Tropical Bioenergia S.A, uma das três unidades de processamento de cana-de-açúcar da companhia no Brasil.
Localizado na cidade de Edeia, distante 123 quilômetros a sudoeste de Goiânia, o projeto terá início em 2013 e estima-se que deve gerar cerca de 7.650 empregos diretos e indiretos, considerando implantação e operação. A capacidade de processamento de cana-de-açúcar da Tropical Bioenergia S.A será elevada de 2,5 para 5 milhões de toneladas por ano. A unidade deverá estar operando em plena capacidade até 2015. Leia mais aqui
FOLHA INTENSIFICA GUERRA COM GOVERNO FEDERAL
Jornal de Otávio Frias obtém liminar que proíbe a Empresa Brasileira de Comunicação, subordinada à Secom, comandada pela jornalista Helena Chagas, de reproduzir seu conteúdo num clipping enviado às principais autoridades federais; é uma tentativa de fechar seu conteúdo no momento em que a crise do papel se acelera
247 - A crise dos jornais impressos deu, neste sábado, mais um sinal de vida. Pela primeira vez em 27 anos, a "Mídia Impressa", uma coletânea dos principais artigos e reportagens publicados no País e distribuída pela Empresa Brasileira de Comunicação às autoridades do governo federal, circulou sem conteúdo da Folha de S. Paulo. O motivo: uma liminar obtida pela própria Folha para ficar de fora do clipping oficial.
Até recentemente, todos os veículos brigavam para constar desse serviço. Afinal, ser lido pelas autoridades é algo que reforça o prestígio e a influência das publicações.
A Folha, no entanto, vem tendo dificuldades para proteger seu conteúdo na era digital, assim como todos os demais veículos impressos. Na internet, o jornal de Otávio Frias instituiu o chamado "muro de cobrança", permitindo que internautas acessem apenas uma quantidade limitada de artigos por mês. Agora, a Folha transmite a mensagem de que, para ser lido em Brasília, o jornal também deverá ser comprado pelas autoridades – e não mais reproduzido. Leia mais aqui
Carlinhos Cachoeira estava preso na sede da PF desde a tarde de sexta-feira (7), quando foi decretada sua prisão. O responsável pelo mandado, referente à Operação Monte Carlos, é o juiz Alderico Rocha, da 11ª Vara Federal. Cachoeira responde por corrupção e formação de quadrilha.
A cela onde está Cachoeira tem seis metro quadrados. O preso terá direito a duas horas por dia de banho de sol. No Núcleo de Custódio do presídio as visitas de familiares acontecem aos sábados. Cachoeira está condenado a 39 anos e 8 meses de prisão. Leia mais aqui
Frankfurt - O Bundesbank (banco central) reduziu nesta sexta-feira (7) a previsão de crescimento na Alemanha a 0,7% para 2012, contra 1% até o momento, e a 0,4% em 2013, contra 1,6% anteriormente, e destacou uma desaceleração econômica temporária. "As perspectivas de conjuntura estão piores na Alemanha", destaca o banco central no relatório de dezembro, que aponta como causas a recessão na Eurozona e a desaceleração global da economia. Mas o Bundesbank considera que a tendência não deve perdurar e a Alemanha registraria em 2014 um crescimento do PIB de 1,9%.O banco prevê ainda inflação de 2,1% em 2012, de 1,5% em 2013 e de 1,6% em 2014. Fonte
CACHOEIRA VOLTA PARA A CADEIA
Carlinhos Cachoeira estava preso na sede da PF desde a tarde de sexta-feira (7), quando foi decretada sua prisão. O responsável pelo mandado, referente à Operação Monte Carlos, é o juiz Alderico Rocha, da 11ª Vara Federal. Cachoeira responde por corrupção e formação de quadrilha.
A cela onde está Cachoeira tem seis metro quadrados. O preso terá direito a duas horas por dia de banho de sol. No Núcleo de Custódio do presídio as visitas de familiares acontecem aos sábados. Cachoeira está condenado a 39 anos e 8 meses de prisão. Leia mais aqui
BC DA ALEMANHA REDUZ PREVISÃO DE CRESCIMENTO DO PIB
Frankfurt - O Bundesbank (banco central) reduziu nesta sexta-feira (7) a previsão de crescimento na Alemanha a 0,7% para 2012, contra 1% até o momento, e a 0,4% em 2013, contra 1,6% anteriormente, e destacou uma desaceleração econômica temporária. "As perspectivas de conjuntura estão piores na Alemanha", destaca o banco central no relatório de dezembro, que aponta como causas a recessão na Eurozona e a desaceleração global da economia. Mas o Bundesbank considera que a tendência não deve perdurar e a Alemanha registraria em 2014 um crescimento do PIB de 1,9%.O banco prevê ainda inflação de 2,1% em 2012, de 1,5% em 2013 e de 1,6% em 2014. Fonte
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