PAISES DA UNIÃO EUROPEIA DEVERÃO 60% DO PIB
Estudos efetuados apontam, que até 2014, dos 27 países membros da União Europeia metade estará devendo 60% do PIB. A Grécia poderá atingir 174% da relação dívida/PIB e países como Bélgica, Espanha, Itália e Chipre atingirão mais de 100% em 2020.
REMUNERAÇÃO DOS VEREADORES DA CÂMARA PAULISTANA
Os vereadores eleitos em outubro para ocupar as 55 cadeiras da Câmara de Vereadores da capital de São Paulo passarão a ganhar R$ 15 mil mensais em 2013. O reajuste é da ordem de 63%. A Justiça barrou o pagamento do 13º salário. Os vereadores terão ainda uma verba mensal de R$ 106,4 para contratar até 18 assessores e uma cota de R$ 17,2 para gastos de gabinete.
CENTRAIS SINDICAIS ANUNCIAM FIM DA 'LUA DE MEL' COM DILMA
Apoiado pela Nova Central, UGT e CTB, presidente da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), culpa Dilma pelo PIB 'vergonhoso' e marca grande manifestação contra o governo para o dia 6 de março; a CUT, ligada ao PT, também defendeu a mobilização, mas sem romper com o Planalto. Com exceção da CUT, as quatro maiores centrais sindicais do país decidiram encerrar a lua de mel com o governo Dilma Rousseff e preparam para o dia 6 de março uma grande manifestação em Brasília. Os presidentes da Força Sindical, Nova Central, UGT e CTB defendem o fim do Fator Previdenciário, a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais e a expansão da reforma agrária. Leia mais aqui
FHC: LULA "ESTÁ PERTURBADO POR OUTRAS RAZÕES"
Depois de o ex-presidente Lula dizer, no ABC paulista, que FHC teria torcido para que seu primeiro mandato fosse um fracasso, visando, assim, a possibilidade de voltar novamente a ser presidente, o tucano respondeu: "Imagina se eu iria torcer para ele ganhar. Eu torci para o Serra ganhar. Eu tinha medo que ele fosse destruir tudo que eu fiz".
O clima de tensão na política nacional levou os ex-presidentes Lula e Fernando Henrique Cardoso a trocar farpas nesta quarta-feira. Leia mais aqui
GOVERNADOR ACUSA REQUIÃO DE
TRAIR O PARANÁ
Beto Richa (PSDB) reagiu com indignação à atitude do senador Roberto Requião (PMDB), que bloqueou no Senado empréstimo internacional de US$ 350 milhões negociado pelo Estado; "Na mesma noite em que traiu o Paraná, ele votou a favor de empréstimos para o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Ceará e Bahia. Só isso já mostra que ele é, sim, contra o Paraná", criticou o tucano.
O argumento de Requião foi de que não aceitaria votar a proposta "no escuro" e afirmou que o empréstimo iria "sobrecarregar" seu Estado. "Eu quero me recusar a votar um empréstimo que vai sobrecarregar o meu estado, o estado que eu represento, sem ter a menor ideia do destino desse recurso. Coloco minha objeção, ao mesmo tempo em que tentarei obstruir isso", disse o senador.
Depois do posicionamento de Requião, o texto foi retirado da pauta pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). FONTE: BRASIL247
GOVERNO CONTESTA PREVISÕES SOMBRIAS DA FIRJAN
Entidade industrial do Rio de Janeiro, comandada por Eduardo Eugenio Gouveia Vieira, distribuiu alerta aos sindicatos associados alertando para riscos de apagões; Maurício Tolmasquin, da Empresa de Pesquisa Energética, criticou a irresponsabilidade da entidade; seriam os corvos do setor empresarial?
A Firjan informou também que solicitou ao Ministério de Minas e Energia que esclareça qual é a avaliação real da situação e quais as medidas que pretende tomar para garantir a continuidade do fornecimento dos dois insumos, de modo que o crescimento do país não seja afetado.
O fato foi negado pelo presidente da EPE. “Eles (Firjan) não falaram com o governo. Não chegou nenhum pedido para a gente e foram para a imprensa, não sei com que objetivo. É estranha a atitude deles. Se estavam com alguma dúvida, bastava marcar uma reunião que a gente esclareceria”. A divulgação da nota criou, segundo Tolmasquim, um pânico desnecessário, “porque a situação está sob controle”. Leia mais aqui
CRÍTICA AO STF POR INTERFERIR NO CONGRESSO
Governador de Pernambuco e possível candidato à Presidência da República em 2014, Eduardo Campos (PSB) criticou o Supremo Tribunal Federal (STF) pelo fato do ministro Luiz Fux ter determinado a suspensão para que o Congresso Nacional votasse o veto da presidente Dilma Rousseff (PT) referente à redistribuição dos royalties do petróleo.
“Fui parlamentar por quatro mandatos e nunca vi uma decisão judicial determinar a pauta que o Congresso iria exercer. A prerrogativa de pautar na Casa Legislativa é da Casa Legislativa, da mesma forma que a prerrogativa de pautar o Supremo é tarefa do Supremo. Há um equivoco de interpretação da função dos poderes”, disse Eduardo, em entrevista durante cerimônia de diplomação dos prefeitos eleitos. Leia mais aqui
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