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terça-feira, 14 de agosto de 2012

A falsa Imprensa

Deputado Miro Teixeira (PDT/RJ) é contra convocação de jornalista grampeador
A imprensa é livre para grampear Miro Teixeira?
14 de Agosto de 2012
247 – Policarpo Júnior, editor de Veja em Brasília, teve um aliado na sessão da CPI do caso Cachoeira que, nesta terça-feira, vetou sua convocação. Foi o deputado Miro Teixeira, ex-ministro das Comunicações no primeiro governo Lula, e que mantém boas relações com as Organizações Globo. “Policarpo será o primeiro, mas depois isso aqui vai se tornar um estado policial. Isso aqui vai se tornar uma Argentina. Não querem pegar o ladrão, mas quem busca o ladrão", disse Miro, defendendo a não convocação do editor-chefe de Veja. "Chamo a atenção de cada jornalista deste país, dos meios de comunicação. É assim que começa um movimento, não é uma questão pessoal. Esse seria o primeiro, e outros virão atrás. A intimidação, a coação poderá ir ao plano estadual, ao plano municipal". Para Miro, a imprensa é a única entidade privada que investiga o poder. "O resto é tudo chapa branca".
Neste fim de semana, reportagem de capa da revista Carta Capital trouxe uma ligação telefônica em que Policarpo pede ao bicheiro Carlos Cachoeira que levante “algumas ligações” do deputado Jovair Arantes (PTB/GO), que concorre à prefeitura de Goiânia. E o bicheiro repassa a tarefa ao araponga Idalberto Matias, o Dadá, especializado em grampos ilegais e, portanto, clandestinos.
Pela lógica de Miro, Jovair deve se encaixar na figura do “ladrão”. Dadá e Cachoeira seriam integrantes da “entidade privada que investiga o poder”. Como Miro já foi ministro das Comunicações, onde se envolveu em algumas questões bilionárias, como a definição do padrão de televisão digital no Brasil e as disputas societárias do setor, não haveria nada de anormal se alguém decidisse, por exemplo, contratar espiões particulares para levantar suas informações financeiras e suas ligações telefônicas.
Passar essa história a limpo, na verdade, não significa implantar um Estado Policial no Brasil. E Policarpo Júnior, como jornalista de ponta da principal revista brasileira, deveria ser o primeiro interessado em comparecer à CPI para falar diante dos parlamentares.
Na Inglaterra, país livre, Rupert Murdoch falou diante de uma CPI. No Brasil, os parlamentares se acovardam diante de uma falsa liberdade de imprensa, que tem sido usada como instrumento de chantagem e extorsão.
COMENTÁRIOS:
Juliano Kronemberger   -  É inacreditável a cara de pau do deputado Miro Teixeira, tentando se passar por “guardião” da liberdade de expressão. Ora, esse senhor durante um bom tempo da ditadura, quando não havia liberdade de expressão, tinha um jornal nas mãos. O jornal O Dia, onde ele escrevia e cujo o dono, Chagas Freitas, o tinha como um filho. Miro Teixeira escrevia no jornal e convivia muito bem com a falta de liberdade de expressão e com a censura. Nunca se leu nenhum artigo seu, ou nem mesmo um discurso contra a censura. Agora, quando temos ampla e irrestrita liberdade de expressão, o senhor Miro Teixeira vem falar em “ameaça” a essa liberdade, é muita hipocrisia desse institor dos barões da mídia reacionária brasileira. Seria bom que alguém questionasse o Miro Teixeira sobre isso. Perguntem ao "paladino" da liberdade de imprensa, se depois que Murdoch e vários diretores de seu tablóide tiveram de comparecer a uma Comissão do parlamento inglês, a liberdade de expressão foi ameaçada na Inglaterra? Ah, se Leonel Brizola ainda estivesse vivo!
Diogo Costa  -  Miro Globeleza Teixeira está atuando como advogado de defesa do crime organizado e da quadrilha máfio-midiática. Esse ganso deveria fazer um estágio parlamentar no Reino Unido! Lá jornalista bandido, bandido é...
Diogo Costa   -  A imprensa tem sim papel investigativo muito importante na sociedade. Como o nobre deputado mesmo citou, aqui no Brasil a Polícia vai presa quando revida ladrões, políticos praticam a roubalheira do bem, terroristas assassinam por uma causa nobre. Se não fosse a imprensa quem iria denunciar esses vagabundos que obram na cabeça do povo? QUEM? A PM? A PF, q todos dizem sr comprada por partido 'X', 'Y'? Quantas denuncias da TV não foram importantes pra derrubar a máscara dos ladrões?? O que eles querem é MORDAÇA pra roubarem com tranquilidade. CHEGA de impunidade. O Brasil não é o país dos trombadões!
Maria Bocamarte  -  Ô ATALIBA JUNQUEIRA! Você endoidou de vez ao dizer "O Policarpo nada mais fez do que pedir informações a uma fonte. Legalíssimo! Não há nada, repito: nada, que se possa tipificar como ato criminoso aí. Todo o processo já foi esquadrinhado pelo MP e pela PF. Policarpo foi plena e publicamente inocentado por ambos, conforme depoimentos de seus membros, já divulgados." SEM ESSA DE SER SIDO INOCENTADO, maluco! E qual é o problema da convocação de um jornalista? Ele está acima das leis, do código ético de sua profissão e da própria ética? O triste fim, pelo jeito, não é o do Policarpo. É da moralidade no país! Esse jornalista está envolvido no escândalo do Cachoeira até o pescoço.  Quem tem bom senso e juízo vê isso!  Só quem é do pântano é que não sabe distinguir o certo do errado!
Ataliba Junqueira  -  O Policarpo nada mais fez do que pedir informações a uma fonte. Legalíssimo! Não há nada, repito: nada, que se possa tipificar como ato criminoso aí. Todo o processo já foi esquadrinhado pelo MP e pela PF. Policarpo foi plena e publicamente inocentado por ambos, conforme depoimentos de seus membros, já divulgados. Mas atacar a liberdade de imprensa independente é a tara da canalha petralha. Essa revista suja, CC, que opera a soldo do nefando lulopetismo, mais uma vez deu com os burros n'água. Impressiona-me a tática meio tonta dos pilantras: a revista registra algo frágil e falacioso e a militância profissional repercute aos berros, pretendendo dar foros de verdade a uma imputação que não se sustenta se apenas analisada com isenção. E o povo brasileiro sustentando esse veículo repugnante por meio de publicidade estatal. E a tal lista de Marcos Valério, capa dessa revistinha vagabunda? De repente, fica o dito por não dito? Ô gente indecente!



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