Revolucionário Assange já fustigou Tasso e Roseana
Transformado neste domingo num personagem reconhecido internacionalmente, capaz de desafiar até o presidente americano Barack Obama, Julian Assange está se convertendo no Che Guevara da era moderna. Com seu site Wikileaks, que já vazou documentos secretos do Pentágono sobre a Guerra do Afeganistão e a invasão do Iraque, Assange e sua legião de hackers são os revolucionários do século XXI. Lutam com a mais poderosa de todas as armas, que é a informação.
O Wikileaks já teve a chance de fazer dois alvos no Brasil: a governadora do Maranhão, Roseana Sarney, e o ex-senador tucano Tasso Jereissati. Ambos tiveram dados de supostas contas bancárias no exterior expostos no Wikileaks. (Confira aqui o link para as informações de Roseana Sarney e aqui o link para as de Tasso Jereissati). Ver mais
Unasul decide apoiar Equador sobre caso Assange
Filipe Mauro _Opera Mundi - Diante da "ameaça de violação de sua missão diplomática" pelo Reino Unido para a captura do jornalista Julian Assange, o governo do Equador recebeu neste domingo 19 a "solidariedade e o respaldo" do conselho de chanceleres da Unasul (a União de Nações Sul-americanas).
Reunida em caráter extraordinário na cidade de Guayaquil, no Equador, a cúpula do órgão analisou a carta emitida pela diplomacia britânica na qual consta a possibilidade de "adoção de medidas para prender Julian Assange dentro das atuais instalações da embaixada do Equador em Londres". Ver mais
Placar Folha traz cinco votos pró-condenação
Os cinco "mais inclinados à condenação" seriam o presidente da corte, Carlos Ayres Britto, o relator do processo, Joaquim Barbosa, Gilmar Mendes, Cezar Peluso e Marco Aurélio Mello. Dos "mais inclinados à absolvição", o ministro que foi alvo de polêmica por votar num caso em que mantinha relações com os réus – já trabalhou com José Dirceu e advogou para Lula em 2006 –, Dias Toffoli, e o relator Ricardo Lewandowski. Os restantes – Cármen Lúcia, Celso de Mello, Luiz Fux e Rosa Weber – seriam os nomes mais difíceis de sacar para que lado devem se inclinar. Ver mais
Como Policarpo foi blindado
Na última sessão administrativa da CPI do Cachoeira, o deputado Dr. Rosinha (PT-PR) apresentou um requerimento para tentar convocar o jornalista Policarpo Júnior, da revista Veja, a depor no Congresso. O PT decidiu retirar o assunto de pauta, por enquanto, até conseguir convencer o PMDB a participar da empreitada. Antes, o senador Fernando Collor (PTB-AL) havia tentado sem sucesso convocar o jornalista.
O PMDB, comandado por Michel Temer presidente do partido, e do deputado Henrique Eduardo Alves, líder da sigla na Câmara e mais os deputados Luiz Pitiman (DF) e Iris de Araújo (GO) e os senadores Sérgio de Souza (PR) e Ricardo Ferraço (ES) se negam a aprovar a convocação de Policarpo com a falaciosa desculpa de um suposto atentado à liberdade de imprensa. Veja mais na reportagem de Leandro Fortes da revista Carta Capital aqui
Temer salvou Policarpo e agora é credor da Abril
Graças a Temer, foi evitada, ontem, a convocação do jornalista Policarpo Júnior. O vice-presidente, que foi procurado por empresários de mídia, como João Roberto Marinho, da Globo, e Fábio Barbosa, da Abril, orientou a bancada do PMDB a fechar e votar unida contra a convocação de Policarpo Júnior pela CPI do caso Cachoeira. Ver mais
“Marcha do Todinho” em Goiás pede o fim das cotas
A Redação - Um grupo de estudantes de escolas particulares em Goiânia protestou na manhã deste domingo contra o projeto de Lei aprovado pelo Senado Federal, no início deste mês, que institui 50% das vagas das Universidades Federais para cotistas. Metade, ou 25% do total de vagas, será destinada aos estudantes negros, pardos ou indígenas de acordo com a proporção dessas populações em cada Estado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A outra metade das cotas será destinada aos estudantes que tenham feito todo o segundo grau em escolas públicas e cujas famílias tenham renda per capita até um salário mínimo e meio. O projeto já passou pela Câmara Federal e segue agora para sanção da presidente Dilma Rousseff (PT).
Questionada sobre o nome dado ao protesto nas redes sociais, "A Marcha do Todinho", por se tratar de estudantes de classe média que pagam caros colégios, Marcela rebateu: "Realmente temos sorte de bancar escolas caras". Um dos protestantes, o estudante Heitor Crispin, contestou o nome: "Não somos a Marcha do Todinho. Somos a marcha do entusiasmo. Não queremos melhorias só para gente. Queremos para o país. É o país que interessa. E essa mudança se faz com essas atitudes. Nada se consegue sem luta". (Com reportagem de Tainá Borela e fotos de Randes Nunes). Ver mais
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