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segunda-feira, 6 de agosto de 2012

FHC, o controverso

O ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso pode ser considerado o maior fazedor de "média" do país.

Costumeiramente, consegue analisar e palpitar sobre algo em duas versões.  Pensa ele: "uma delas irá colar".  Às vezes, apresenta três ou quatro situações para o mesmo fato.  Aí, suas chances de acerto aumentam, não é?

Sobre o julgamento em curso do "Mensalão" ou Ação Penal 470, primeiramente ele havia sugerido que os ministros ouvissem a opinião pública.  Agora, aparentemente arrependido, pede que rejeitem as pressões e votem pela lei.

No primeiro vídeo abaixo, FHC adota um discurso aparentemente moderado, ao pedir decisões ancoradas na lei. “O que for correto, absolve; o que for crime, castiga”, diz ele. Mas ele também afirma que, embore julgue pela lei, o juiz também deve saber que ela tem relação com a vida, ou com aquilo que ele imagina ser a “opinião pública”.

Esse fraseado sucita uma questão bastante grave: qual "opinião pública" deve ser considerada?  A da revista Veja ou a da CartaCapital?  Do jornal O Globo ou da revista Retrato do Brasil? Qual dos jornalistas: Reinaldo Azevedo ou Paulo Henrique Amorim?

E alguém perguntou:  "E se o povo, incitado por terceiros, resolver exigir linchamento dos indiciados"?

Já no segundo, como uma Maria Madalena arrependida, apresenta a nova versão do que "deveria" ter dito quando da primeira vez.

Assista as duas versões:




No andar do andor, o nosso ex-presidente também conhecido por FHC acabará por receber o apelido carinhoso de FHC-GAGÁ!


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