Na CPI, Kátia Abreu diz que “Carminha e Max só na novela”
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Collor: Civita é "bandido" e Policarpo
"quadrilheiro"
247 – Na primeira sessão da CPI do Cachoeira no retorno do recesso, o senador Fernando Collor (PTB-AL) voltou a cobrar as convocações do dono da Editora Abril, Roberto Civita, e do chefe de sucursal da revista Veja em Brasília, Policarpo Júnior. O parlamentar acusou Civita de "bandido" e Policarpo de "quadrilheiro". Os requerimentos, de autoria do próprio senador, serão discutidos na próxima reunião administrativa da comissão do Congresso, agendada para a próxima semana.
Collor também fez duras críticas ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, a quem chamou de "chantagista". Segundo ele, Gurgel segurou a investigação da Polícia Federal chamada Operação Vegas como trunfo para chantear o senador cassado Demóstenes Torres.
Recentemente, a revista Veja foi citada pela mulher de Cachoeira, Andressa Mendonça, acusada de ter chantageado o juiz titular do caso, Alderico Rocha Santos. Segundo o magistrado, ela disse que Cachoeira encomendou a Policarpo Jr. um dossiê contra ele, e que se não fosse negociada uma saída para seu marido, as informações seriam publicadas. Na edição desta semana, a revista negou ter feito qualquer dossiê para Cachoeira.
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Governo endurece com professores
grevistas
Brasília 247 - O Ministério da Educação encaminhou nesta terça-feira 7 um circular aos reitores das universidades e institutos federais. No texto, ele cobra dos conselhos superiores um cronograma para a reposição das aulas e das atividades interrompidas por conta da greve dos professores. Paralisação está entrando no terceiro mês.
O documento é assinado pelos secretários da Educação Superior e da Educação Profissional e Tecnológica. Na circular, a pasta afirma que o a reposição será fiscalizada diretamente pelo MEC.
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Guerra contra tráfico nas fronteiras
mobiliza 9 mil
247 com Agência Brasil - O governo brasileiro enviou um contingente de cerca de 9 mil militares – equipados com helicópteros de combate, navios-patrulha, aviões de caça e blindados – para as fronteiras do país com o Paraguai, a Argentina e o Uruguai. É a chamada Operação Ágata 5, que começou nesta segunda-feira 6. A previsão é que dure até 30 dias.
A operação foi reiniciada na manhã dessa terça-feira na região que compreende desde Guaíra até Foz do Iguaçu, onde mais de 1,2 mil homens trabalham atuam. De acordo com o capitão Ceribeli, do 34º Batalhão de Infantaria Motorizada de Foz do Iguaçu, o objetivo da ação é “reprimir crimes transfronteiriços como o contrabando, descaminho, contra o meio ambiente, entre outros”.
Em Foz do Iguaçu, os militares se concentram em pontos estratégicos como a Ponte da Amizade, Tancredo Neves e bloqueios na rodovia BR-277. A operação é nacional e ocorre em toda faixa de fronteira Sul e Oeste, de Chuí (RS) até Corumbá (MS), abrangendo cerca de 3.900 km de fronteira.
FHC: “ACREDITO NA CONDENAÇÃO
DOS RÉUS”
Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, na tarde desta segunda-feira, 06, no Rio, Fernando Henrique Cardoso disse não ter dúvidas sobre a existência do mensalão. FHC elogiou a denúncia apresentada pelo procurador geral da República, Roberto Gurgel, na última sexta-feira. “Ele foi bastante convincente. Deu mais do que indícios, ele demonstrou que houve crime”, comentou o ex-presidente.
Embora não tenha citado nomes, Fernando Henrique disse que diante do que viu do procurador, “não dá para pensar que vai haver absolvição geral.”
O ex-presidente tucano não quis arriscar o tipo de punição que acredita caber a cada réu. “Quem é o criminoso e o grau de culpabilidade só quem tem os autos na mão deve saber. Não vou me meter de julgador. O réu tem que procurar uma maneira de se defender. Cabe ao juiz separar o joio do trigo”, afirmou.
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Embora tenha se pronunciado, numa primeira vez dizendo que os ministros do STF tinham que ouvir o clamor da opinião pública (há vídeo como prova) e o que é um absurdo, desta vez FHC tenta acertar dizendo que o procurador Gurgel foi convincente e que além dos indícios, ele demonstrou que houve crime. O procurador narrou uma estória baseando-se em declarações, apurações da CPI, levantamentos do MP e da PF. Provas, destas de passar recibo, não apresentou. Político é um bicho esperto e raramente mete a mão na cumbuca. A Justiça não condena subjetivamente nem em “ouviu falar”. Ela julga com as provas na mão. Vamos ver no que dará ao final de tudo isso. Será que a pressão que o nosso FHC está fazendo surtirá efeito? A imprensa, de modo geral, já julgou: Os réus serão condenados e se isso não acontecer, os ministros é que serão os condenados pelos representantes da “opinião pública”.