COOPTAR É OBJETIVO DO PSDB
Um dos objetivos traçados e perseguidos pela direção do partido dos tucanos é assediar os diversos partidos da base aliado do governo federal. A cooptação é feita com promessas generosas de cargos de visibilidade e elevados rendimentos para o ocupante. Fatias da administração são oferecidas. Os governos de Alckmin em São Paulo, Anastasia em Minas, Richa no Paraná, Perilo em Goiás, sem se esquecer de Alagoas, Roraima e Pará têm envidado esforços para aumentar a base de enfrentamento a Dilma em 2014. Ou mesmo que vários partidos se abstenham de dar apoio nem ao PT ou ao PSDB.
Além disso, visa-se a retirada de tempo de TV do Partido dos Trabalhadores.
Para reforçar a candidatura de Aécio à presidência da República, o PSDB tem feitos gestões de aproximação a Carlos Luppi, presidente do PDT, Eduardo Campos, presidente do PSB, Marina Silva (sem partido), aos senadores Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e Cristovam Buarque (PDT-DF).
Partido que almeja o poder tem que agir dessa maneira. A empreitada só terá sucesso se, na ocasião da disputa, os ventos soprarem a favor, isto é, se Dilma não continuar com os elevados índices de aprovação fruto de uma administração séria e competente.
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