
Em obediência à Lei de Responsabilidade Fiscal o prefeito taubateano Ortiz Jr., recém eleito, iniciou processo de exoneração de mais de 1.000 funcionário públicos contratados a título precário. Alega que o teto máximo de 54% com despesas com o funcionalismo foi ultrapassado pela administração anterior e que atingiu 66,6% das receitas municipais.

Entre eles, está o responsável pela Atucat (Associação dos Templos de Umbanda e Candomblé de Taubaté e Região), Alessandro Jorge Machado, mais conhecido por “Pai Alexandre”. Cartinha acima.
“Pai Alexandre” não teve “poderes” e nem ajuda das “entidades sobrenaturais” para evitar a sua exoneração.
O prefeito precisa “fechar o corpo” para não cair vítima de uma “macumbada”.
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