A revista britânica The Economist afirma em sua edição desta semana que os novos dados de inflação (de 5,84% em 2012) trazem mais pessimismo ao Brasil.
Que o resultado do PIB foi muito fraco. (entretanto, um pouco melhor do que os das “fortes” economias européias, é verdade). E que as estimativas de crescimento para o corrente ano estão sendo revistas para baixo.
Ela sugere que não se deve recorrer a contabilidade criativa para não colocar em risco a reputação de sobriedade fiscal. (Como esses ingleses, logo eles, se preocupam com reputações, inclusive as dos outros!).
A Economist menciona também preocupação com planos de enfraquecer a lei de Responsabilidade Fiscal para se atingir um crescimento de 4% este ano as eleições de 2014. (Em que bola-de-cristal ela leu isso? Será que ela está fornecendo mote para a oposição?).
O texto diz que em termos reais a taxa básica de juros do Brasil é de menos de 1,5%, e cita um analista para quem mais estímulo (à economia) poderá impulsionar mais a inflação do que o crescimento. (sinceramente, não tenho a capacidade de entender essa conclusão da revista).
A reportagem ainda cita que um complicador no cenário deste ano é o fato de a estiagem do ano passado ameaça a geração de eletricidade nas grandes hidrelétricas brasileiras.
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