"BRASILEIRO SE APOSENTA CEDO DEMAIS"
O ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves, acredita que o fator previdenciário só é prejudicial aos trabalhadores porque os brasileiros se aposentam "prematuramente", o que ele considera "injusto".
"No Brasil as pessoas se aposentam ao 53 anos, é a média, e não é justo que uma pessoa possa se aposentar ao 53 anos. (...) A pessoa se aposenta tão precocemente que se vê tolhida na sua aposentadoria. Essa é a situação de hoje", afirmou o ministro em entrevista à RBA.
Por esse motivo, diz Garibaldi, o fator previdenciário, criado no governo Fernando Henrique Cardoso (FHC) e mantido no governo Lula, não teria funcionado. Entre as propostas de mudança – em discussão no Congresso Nacional e no interior do próprio governo –, o ministro se diz a favor da adoção da fórmula 95/105, que é rechaçada pelas centrais sindicais. Leia mais aqui
ÉPOCA DISPARA CONTRA PRESIDENTE DOS CORREIOS
247 - A principal reportagem deste fim de semana da revista Época aponta supostas irregularidades cometidas pelo executivo Humberto Grault Vianna, que irá comandar o Funpresp, o fundo de pensão dos servidores públicos federais. Tais irregularidades envolveriam recursos de fundos de pensão estatais, como a Petros, que foi presidida por Wagner Pinheiro, hoje no comando dos Correios. Leia mais aqui
PROFESSOR DA UNICAMP RECONHECE DISTORÇÕES NO JORNALISMO ATUAL
O professor Roberto Romano, assíduo convidado de programas da GloboNews, escreveu que o Partido dos Trabalhadores postula – novamente – o controle da imprensa.
Como “cada cabeça com a sua sentença”, será que o professor sugere que a Imprensa passe a controlar os partidos, a opinião pública, os governos e os demais setores da vida nacional?
Leia o artigo aqui
"USEM A ENERGIA SEM MEDO"
Frase é do ministro de Minas e Energia, Édison Lobão. Segundo ele, não há a menor hipótese de racionamento elétrico no Brasil. "Se amanhã apagar o Nordeste, será por acidente, e não por falta de geração". Leia mais aqui
A GRANDE IMPRENSA PIOU COMO AVE AGOURENTA
Primeiro, a Folha noticiou uma reunião de emergência sobre o setor elétrico, que era rotineira. O Estadão, em letras garrafais, anunciou que o Ministério Público investigaria o ex-presidente Lula. E o Globo avisou que empresários já estariam fazendo seu próprio racionamento. Três exemplos "wishful thinking", em que a vontade política dos editores se impõe à objetividade dos fatos. Se isso não bastasse, Veja também derrapou feio ao anunciar uma megafusão bancária que não houve. Leia mais aqui
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