FÓRUM DE DAVOS (SUIÇA) JÁ NÃO ATRAI TANTO O BRASIL
Após ser tratado como ponto culminante da agenda diplomática do país durante o período de governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), de orientação econômica mais neoliberal, e também nos primeiros anos do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010), com perfil mais desenvolvimentista, o evento anual realizado nas montanhas suíças veio perdendo o prestígio do qual desfrutava junto a autoridades, industriais e empresários no Brasil.Essa tendência se agravou nos últimos três anos, fortalecida pela persistente crise financeira que castiga o centro do mundo industrialmente desenvolvido – e, em particular, diversos países da Europa - e pelo aparente desprezo da atual presidente do Brasil, Dilma Rousseff, pelo encontro que reúne as cabeças coroadas do capitalismo mundial.
Já para o jornalista Clóvis Rossi, da Folha de SP, com exceção da China, os demais países do BRICS já não mais brilham como em outros tempos. No entender dele, Rossi, isso se deve que o crescimento econômico de Brasil, Rússia, Índia e África do Sul não ter sido exuberante nos últimos anos. Rossi, em seu artigo, lembrou de algo bastante importante, ou seja: que a sigla BRIC e posteriormente BRICS foi inventada pelo banco Goldman Sachs, em 2001.
O distinto jornalismo afirmou sua reportagem que:
- o novo “queridinho” dos mercados é o México, que cresceu cerca de quatro vezes mais que o nosso país;
- a julgar das declarações do presidente do BACEN, Alexandre Tombini, o Brasil não tem grandes ambições, pois, pretende crescer 3% neste ano e ainda: gerou 1,2 milhões de empregos no ano findo e o país vive pleno emprego;
- O presidente da Renault-Nissan, cobrou "o desafio à lógica" que representa o fato de o Brasil exportar minério de ferro para a Coreia do Sul, por exemplo, e importar produtos acabados. Ou seja, não produz o valor agregado que a "nova guarda" coloca na agenda.
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