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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013


DESEMBARGADOR MANDA SOLTAR SUSPEITO DE HOMOFOBIA
O desembargador Newton Neves do Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu liminar de soltura de um dos acusados de homofobia o personal trainer Diego Mosca Lorena de Souza, um dos dois agressores do estudante de direito André Cardoso Gomes Baliera, detido desde 3 de dezembro do ano passado. O outro agressor é Bruno Portieri, também passível do benefício judicial.

Ambos foram presos em flagrante. Conforme relato do queixoso André, ele foi agredido pelos acusados quando voltava para casa, ocasião que também foi insultado devido sua orientação sexual.

O advogado de defesa disse que os laudos periciais não foram concluídos até agora. “Não há elementos que definem se houve mesmo tentativa de homicídio ou foi só lesão corporal”, disse.

Essa “escapatória” da defesa, própria das “filigranas, dribles e negaças” que vigem as esferas jurídicas de nosso país, foi muito bem aceita pelo desembargador ao afirmar “a existência de um conflito sobre o tipo de acusação que pesa sobre os dois”. Para ele, “é preciso cautela e análise de fundo dos documentos e teses apresentadas, a fim de se evitar prejuízo a ampla defesa e contraditório o que por si só, justifica a concessão da liminar pleiteada”.

Ao justificar o habeas corpus, Mariz de Oliveira também argumentou que Souza têm emprego fixo e residência conhecida  (Algo que não tem servia alguma para livrar um transgressor da cadeia). 
O defensor anexou ao instrumento habeas corpus um abaixo assinado por 300 pessoas que o conhecem e o defendem (outra coisa sem credibilidade; há pessoas que apõe assinatura até em listagem a favor da promulgação da Escravatura tanto que "entendem" do assunto).

Como sempre, a defesa refutou a acusação. Para ela houve apenas “uma briga de trânsito” como muitas outras que acontecem em São Paulo. “O caso ganhou todo esse destaque por causa da acusação de homofobia.”

Ah! Vale registrar quem é o advogado que atua na defesa do transgressor: o “ilustre” e afamado advogado criminalista Antonio Cláudio Mariz de Oliveira. Muito respeito junto os tribunais de Justiça da nossa terra.

Resta-nos indagar: obterá o outro comparsa a liberdade condicionada? Se não tiver recursos financeiros suficientes ainda permanecerá um bom tempo atrás das grades?

Consolo: para se ver livre da cadeia por causa do “justiçamento pessoal” o agressor Diego Mosca deve ter dispendido “grana firme”. O “bolso” dói mais do que tudo neste mundo cada vez mais de  pobre valores éticos e ausência de respeito aos semelhantes.
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