Espera-se que reajuste da gasolina seja de 7%
A gasolina vai ficar mais cara nos postos pela primeira vez em quase dez anos. O governo federal deve reajustar em 7% o preço do combustível. O óleo diesel também vai subir, mas em nível um pouco menor - entre 4% e 5%. A expectativa é a de que o anúncio seja feito na semana que vem. Para amenizar o impacto desse aumento e evitar uma piora nos índices de inflação, a equipe econômica estuda algumas medidas que poderão ser adotadas nos próximos meses. Uma delas é o aumento da mistura de álcool anidro (etanol) na gasolina. O governo deve anunciar a elevação do teto da mistura, dos atuais 20% para 25%, com o reajuste dos combustíveis. Leia mais aqui
SECRETARIA ESTADUAL É USADA PARA ARTICULAR NOVO PARTIDO
Funcionários da Secretaria de Emprego e Relações do Trabalho do Estado de São Paulo estão recolhendo assinaturas no horário de expediente para fundar o Partido Solidariedade, nova legenda articulada nos bastidores pelo deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força Sindical.
O parlamentar controla a pasta do governo Geraldo Alckmin (PSDB). Ele indicou para o posto de secretário o sindicalista Carlos Ortiz, que nomeou filiados do PDT, partido de Paulinho, para cargos estratégicos, como chefia de gabinete, coordenadorias de programas e diretorias regionais. Leia mais aqui
Déficit comercial com países do G-7 foi recorde
GENEBRA - O Brasil teve, em 2012, seu pior saldo comercial com os países ricos em mais de um quarto de século. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, além de informações de governos estrangeiros, apontam que o déficit comercial do Brasil com as potências do G-7 atingiu um recorde no ano passado, somando um buraco de cerca de US$ 14,7 bilhões. O G-7 é formado por EUA, Reino Unido, França, Canadá, Alemanha, Itália e Japão. Leia mais aqui
JAPÃO TEM 1º DEFICIT COMERCIAL EM 30 ANOS
O Ministério das Finanças japonês disse que as exportações caíram 16,4%, para um recorde de 71,14 trilhões de ienes (US$ 723,8 bilhões), durante o ano fiscal terminado em março. As importações recuaram 4,1%, para 71,87 trilhões de ienes (US$ 731,2 bilhões) no período. A queda acentuada das exportações deixou a balança comercial com um déficit anual de 725,3 bilhões de ienes (US$ 7,38 bilhões) - o primeiro desde 1980. Leia mais aqui
FRANÇA TEM DÉFICIT COMERCIAL RECORDE
O Ministério do Comércio Exterior da França confirmou que o país registrou um déficit comercial recorde no ano passado, destacando a perda de competitividade da produção nacional. Segundo o ministério, o déficit comercial francês totalizou 69,6 bilhões de euros em 2011, significantemente pior que o déficit de 51,5 bilhões de euros registrado no ano anterior. Leia mais aqui
ITAMARATY CONCEDE PASSAPORTE DIPLOMÁTICO A LÍDERES DE IGREJA
As regras para a concessão do passaporte diplomático são definidas no Decreto 5.978, de 4 de dezembro de 2006. Leia mais aqui
DIRCEU RESPONDE A CRÍTICAS DE LESSA AO GOVERNO DILMA
HADDAD TROMBA COM DILMA E ALCKMIN E PERDE APOIO NO PT
Antes mesmo de completar 15 dias de gestão, prefeito Fernando Haddad fala grosso; diz que governo da presidente Dilma atua como "agiota" sobre a dívida dos municípios e critica tucano Geraldo Alckmin por decisão de recolha compulsória de viciados em crack; ele se orgulha de ter deixado PT de fora das subprefeituras; "Não estou nem um pouco arrependido"; personalidade forte ou personalismo precoce? Leia mais aqui
DILMA DEIXA ENERGIA MAIS BARATA
Lei que prorroga as concessões de geração de energia elétrica e reduz encargos para oferecer tarifas menores ao consumidor foi publicada nesta segunda-feira no Diário Oficial da União; mesmo com forte resistência da oposição e, com isso, de empresas elétricas de estados governados pelo PSDB, consumidor terá 20% de redução na conta de luz. Leia mais aqui
CRÍTICA A DILMA JÁ PARTE DOS PRÓPRIOS ALIADOS
Apanhar de nomes como Merval Pereira, Miriam Leitão, Augusto Nunes, Alexandre Schwartsman e Marco Antônio Villa já era esperado. A novidade é que o governo Dilma começa a ser criticado por antigos aliados, como os economistas Delfim Netto e Carlos Lessa, assim como pelos jornalistas Luís Nassif e Paulo Henrique Amorim; será que disparou o sinal amarelo? Leia mais aqui
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