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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Considerações sobre a presidenta Dilma


Petista diz que faltou habilidade política à Dilma

19/08/2011

Paulo Paim defendeu faxina na Esplanada e comparou estilo da presidenta ao do antecessor Lula 

Faltou habilidade política à presidenta Dilma Rousseff diante das sucessivas crises que já causaram a queda de quatro ministros em menos de oito meses de governo. A avaliação é do senador Paulo Paim (PT-RS), para quem "as coisas vão se acomodar ao natural" ao longo do governo.



Após participar hoje de debate na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o senador, que é correligionário da presidente, defendeu a"faxina" feita em ministérios como o dos Transportes, do Turismo e, mais recente, da Agricultura, mas assumiu que a forma como a "limpeza" foi feita causou mal estar entre aliados do governo.
"A base de apoio está percebendo que a Dilma tem uma posição um pouco mais na linha da gestão do País", disse. Paim chegou a comparar o estilo de governo de Dilma com o de seu antecessor, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva - que, segundo o senador, "nasce um em 200 milhões" - e assumiu que houve certa frustração com o início do atual mandato. "Havia uma expectativa muito grande. (Mas) no início sempre há desencontros. Acredito que é natural", salientou o petista.
O senador petista evitou comentar o fato de que todos os ministros que deixaram os cargos este ano foram "herdados" do governo de Lula e avaliou apenas que a presidente agiu certo em demitir aqueles sobre os quais recaíram suspeitas de irregularidades. "A Dilma vai mostrando toda sua capacidade política, além de ser uma grande administradora. Devagar ela vai trabalhando também na simetria política", disse.

Líder do PSDB no Senado critica aproximação de FHC e Dilma  

Senador Alvaro Dias (PR) afirma que oposição tem de insistir em pedido de CPI da Corrupção no atual governo

O líder do PSDB do Senado, Alvaro Dias (PR), criticou hoje a aproximação entre o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) e a presidenta Dilma Rousseff. “Não cabe à oposição participar da encenação. Temos de exercer nosso direito de minoria e investigar a corrupção que existe no governo”, afirmou.
Ontem a FHC foi o grande anfitrião de Dilma na visita que a presidenta fez a São Paulo para lançar o programa Brasil Sem Miséria na região Sudeste. Na oportunidade, o ex-presidente da República teria dito aos governadores tucanos Antonio Anastasia, de Minas Gerais, e Geraldo Alckmin, que era contra a CPI da Corrupção.
“A manifestação dele não foi partidária. Ele deve ter se solidarizado pelo fato de já ter sido presidente e saber das agruras no poder”, afirmou. “A presidenta Dilma já tem muitos apoios na base aliada. Não precisa da oposição para ajudá-la”, completou o líder do PSDB no Senado, que é o principal articulador da CPI na Casa.
Apesar de integrarem o PSDB, Alckmin e Anastasia tentam manter uma boa relação com Dilma. O governo mineiro, por exemplo, já deu declarações amistosas sobre a presidenta. Disse até que não faria oposição administrativa ao governo da petista. Nos bastidores, Anastasia manter a aliança do PSDB mineiro com o PT para reeleger o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB). Firmado em 2008, o acordo pode ser renovado para a eleição de 2012.
O líder do DEM na Câmara, Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), disse não acreditar que FHC seja contra a CPI da Corrupção. “Não vi nenhuma declaração dele neste sentido. Ele sabe separar a boa relação pessoal da política”, disse. “Do ponto vista partidário, o PSDB apoia em peso a CPI da Corrupção”, completou.
A reconquista
Com problemas na base aliada desde janeiro, Dilma deu início a um movimento para se reaproximar de lideranças no Congresso. Realizou uma série de encontros. Primeiro com deputados e senadores do PMDB. Depois com representantes do PTB, PRB, PSC e PP. Nesse último encontro, Dilma lamentou a saída do PR da base aliada.
Segundo o iG apurou, a presidenta chegou a dizer que o senador e presidente do PR, Alfredo Nascimento (AM),se precipitou ao deixar o Ministério dos Transportes, no começo de julho, em meio a denúncias de corrupção na pasta e no Departamento de Infraestrutura de Transportes (Dnit) _ o episódio ficou conhecido como “faxina” porque mais de 20 pessoas foram demitidas.
Nesta sexta-feira, o líder do PR na Câmara, Lincoln Portela (MG), afirmou que Dilma convidou o partido a voltar para a base aliada. Apesar de Nascimento ter dito que o partido entregaria todos os cargos, a sigla mantém posições importantes no segundo e terceiro escalões de governo.
Além de reconquistar os partidos da base, Dilma recebeu na quinta-feira lideranças do PSD, partido que está em processo de criação é comandado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. Em café da manhã no Palácio do Planalto, estiveram presentes cerca de 40 deputados, um senador e dois governadores. Apesar de declarar a sigla independente, Kassab sinalizou apoio à Dilma

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