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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Reservas Interrnacionais de US$ 350,9 bilhões

11/08/2011 - 14h41

Reservas internacionais do Brasil atingem patamar recordeAs reservas internacionais do Brasil alcançaram o patamar recorde de US$ 350,9 bilhões na última quarta-feira (10), segundo dados do Banco Central.


Esse seguro contra crises é hoje cerca de 70% maior que o verificado nas vésperas da quebra do banco Lehman Brothers, em setembro de 2008.

O Brasil é o sexto país com o maior nível de reservas, atrás da China, Japão, Rússia, Arábia Saudita e Taiwan, segundo dados do FMI (Fundo Monetário Internacional) e dos bancos centrais desses países.

Quase 90% dos recursos estão aplicados em títulos, principalmente dos EUA. Os papéis da dívida norte-americana respondem por cerca de 60% das reservas. Há também dinheiro em depósitos fora do país, recursos no FMI e um pequeno percentual de ouro (0,5%).

O aumento das reservas nesse ano foi de 21%, o maior percentual as 12 economias que possuem um volume superior a US$ 200 bilhões. A China, com US$ 3,2 trilhões, registrou o segundo maior crescimento, de 12% até junho (último dado divulgado).

SEGURO

Para manter esse seguro, o país gasta por ano, segundo cálculos de economistas, cerca de R$ 50 bilhões (US$ 30 bilhões), o que supera os investimentos federais e equivale ao corte no Orçamento de 2011.

O aumento das reservas nos últimos anos não está ligado, no entanto, ao objetivo de ter um seguro maior, mas à necessidade de retirar do mercado parte dos dólares que entram no país para evitar uma valorização maior do real, que prejudica o setor exportador.

O Brasil já recebeu US$ 59,2 bilhões neste ano, 143% acima do verificado em todo o ano de 2010. O BC comprou US$ 47,5 bilhões.

Outros países também registraram aumento significativo das reservas nos últimos anos. Nessas economias, no entanto, os juros são menores, o que reduz o custo que elas têm para manter esse seguro.

Estudo do BC apresentado no ano passado traz um cálculo diferente do feito pelo mercado: estima um custo de R$ 68 bilhões entre 2004 e 2010 para manter as reservas, que trariam benefício da ordem de R$ 600 bilhões para a economia em momentos de crise, ao evitar uma fuga de dólares do país.

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